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]]>Curitiba é uma das maiores sedes do mundo em participantes com cerca de 600 participantes e a produção de mais de 100 jogos, sendo nos últimos anos a sede mais produtiva do mundo!
O evento é voltado para: programadores, artistas, músicos, game designers, estudantes, professores, criadores de conteúdo e muito mais! Ou seja, independente de sua experiência e de perfil amador ou profissional, você pode contribuir com qualquer área relacionada direta ou indiretamente ao DESENVOLVIMENTO DE JOGOS.
No início do evento, após a divulgação do tema, os desenvolvedores de jogos formam equipes (ou vem com equipes já formadas) e ficam durante 48 horas criando novos jogos de todos os tipos.
Qualquer tipo de jogo pode ser desenvolvido:
Em Curitiba, o evento acontecerá no campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. É a décima primeira vez que sediaremos este evento em nossa cidade. O início da jam será na sexta-feira a noite (dia 31/01/2020, com abertura dos portões às 16h e início às 18h) e será concluído no Domingo a noite (dia 02/02/2020, fim previsto às 18h).
Durante a tarde de Domingo (2/2), a Global Game Jam Curitiba fica aberta gratuitamente ao público em geral para que os trabalhos sejam expostos ao público em geral e aos próprios desenvolvedores!
A Laboralivros estará presente na figura de nossa artista gráfica Lua Bueno Cyríaco que irá participar com um time e estará registrando também o desenvolvimento do projeto e do evento em nossas redes sociais.
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]]>The post I encontro do Mulherio das Letras Paraná em Curitiba appeared first on Laboralivros.
]]>E em outubro dia 12 vai rolar em Curitiba o encontro promovido pelo Mulherio das Letras para reunir autoras (poetas, escritoras, tradutoras, pesquisadoras, ilustradoras, editoras, mediadoras de leitura, contadoras de histórias, cantoras, instrumentistas,livreiras, jornalistas e demais artistas e mulheres envolvidas com literatura) nascidas ou que moram no estado do Paraná.
A Laboralivros estará presente na figura da editora executiva Lua Bueno Cyríaco que irá ministrar um workshop de autopublicação no formato colaborativo (cada inscrito colabora com a quantia que desejar, se assim quiser), então se você perdeu o workshop do dia 28 de setembro (Como publicar um livro?) poderá fazer um novo com formato bem parecido, só que exclusivamente focado na autopublicação.
O encontro acontecerá dia 12 de outubro na Livraria Vertov (R. Visc. do Rio Branco, 835 – Sala 02) das 13h30 até às 21h
PROGRAMAÇÃO (Pode ser alterada até o início do evento, então é legal seguir aqui na pagina do evento no facebook!)
13h 30
Apresentação
Livraria Vertov – Socorro Araújo
Mulherio das Letras – Marilia Kubota
#LivrariaMulherio – Sil Schmidt
14h
Apresentação Danças & Repentes
Luciana do Rocio Mallon e Regina Bostulim
14h30 a 16h
Oficina de autopublicação (colaborativa)
Lua Bueno Cyriaco
14h30 a 16 h
Roda de conversa Mediação de leitura
Emanuela Siqueira, Rosselani Giordani, Tatjane Albach
16h a 17 h 30
Roda de conversa A invisibilidade da mulher na escrita
Bebeti do Amaral Gurgel, Cleonice Alves Lopes-Flois, Wael de Oliveira
16h a 17h30
Roda de conversa Escrita de Mulheres
Desirée dos Santos, Jessica Stori, Joyce Muzi, Natasha Tinet, Vanessa C. Rodrigues
16h a 17h30
Roda de conversa tradução
Antoniele Luciano, Miriam Adelman, Mariângela Guimarães,
17h30- Intervalo
Café com bolo
18h
Lançamentos
Contos de fada Efigênia – Adélia Maria Lopes (Cultural Office)
O Cortiço do Poeta – Ana Campos (Clube de Autores)
Vasto Trovar – Clarissa Loyola Comin (Benfazeja)
Mahadevi – Dani Leela e Etel Frota (Kotter)
Estações da Alma – Gracila Sanjutá
Como escrever um livro – Isabel Furini (Sangres Editorial)
A rosa daqui – Luci Collin (Iluminuras)
Lâmina – Márcia Friggi (Kotter)
Quem dera o sangue fosse só o da menstruação- org. Débora Ribeiro e Maíra Vasconcelos – (Urutau). As curadoras serão representadas pelas autoras Ana Luiza Oliveira, Ju Lopes e Neysi Oliveira
19h
Sarau
Apresentação: Etel Frota
Homenagem à Helena Kolody, com participação especial de Rogéria Holtz
Valsa para Helena Kolody ( Etel Frota)
Adriana Barreta de Almeida
Dany Nascimento
Gabriela Ane Dresch
Jane Sprenger Bodnar
Paulinha Almeida
Silvia Schimidt
Siomara Reis Teixeira
Stela Siebeneichler
Tabatha Colossi
Telma Srour
Marchinha (Zoe de Camaris)
20h 30 Microfone Aberto
21 h Encerramento
Durante todo o evento a LivrariaMulherio estará vendendo livros dos lançamento e de autoras do Mulherio das Letras do Brasil todo.
Todas as atividades do encontro são protagonizadas por mulheres. Homens são bem-vindos como público ouvinte.
Se você quiser fazer parte do Mulherio das Letras, pode entrar no grupo no facebook (exclusivo para mulheres) e pode seguir também o Instagram.
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]]>Os primeiros passos são os mais importantes! Uma das principais razões para a criação do Laboralivros foi justamente oferecer ao autor iniciante ou independente uma mão amiga, com serviços acessíveis. Pensando nisso, neste ano estamos nos envolvendo acada vez mais com a elaboração e aplicação de oficinas das mais diversas. Claro de alguma forma ligadas Leia mais sobrePrograme-se já: workshops de desenho, poesia e editoração para autores independentes, em Curitiba[…]
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]]>Uma das principais razões para a criação do Laboralivros foi justamente oferecer ao autor iniciante ou independente uma mão amiga, com serviços acessíveis. Pensando nisso, neste ano estamos nos envolvendo acada vez mais com a elaboração e aplicação de oficinas das mais diversas. Claro de alguma forma ligadas à literatura, artes e humanidades que sejam de interesse do público.
Neste mês de setembro teremos dois workshops destinados a iniciantes.
O primeiro é de desenho em estilo japonês, o mangá. Mais especificamente como desenhar um chibi (um estilo dentro do popular mangá), a qual você pode participar mesmo se não souber desenhar nada. Já o segundo é o: Como publicar um livro? Destinado aos autores iniciantes e independentes que querem saber como é que se publica um livro (ou quadrinho), e aprender o caminho das pedras, ministrado por uma das editoras da Editora Urso e BuruRu!
Mas não paramos aí, em outubro também vem um workshop muito bom: Poesia, compreensão e mediação, com William Teca (poeta, mestre em Estudos Literários e autor publicado em parceria pela Laboralivros, com livros a vir em breve pela Urso e também pela Kotter Editorial) para desmistificar a tal “poesia” e frui-la como objeto estético.
Além desse, temos também um curso de mangá mais extenso, iniciando o módulo básico 1 para aqueles que querem mesmo aprender a desenhar e quem sabe até fazer disso sua profissão, assim como a ministrante Lua Bueno Cyríaco (ilustradora e capista).
Se você está procurando dar os primeiros passos ou mesmo gosta de aprender sempre mais, dá uma conferida nos cursos e manda a ver! 

O workshop é destinado à pessoas interessadas a partir dos 6 anos de idade. Não é necessário ser experiente em desenho, pois esta oficina é para iniciantes ou amantes do estilo e da cultura japonesa.
A proposta é aprender a desenhar um chibi, um tipo de desenho que deforma as proporções, deixando os personagens com uma aparência mais fofa (algumas vezes infantil), um recurso muitíssimo usado e apreciado pelos fãs do gênero. É muito comum se fazer caricaturas de pessoas utilizando esse estilo.
DIA: 14 de setembro (sábado)
HORÁRIO: das 16h às 17h
LOCAL: Espaço Cultural Ortiz, R. Dr. Bley Zornig 2615. Boqueirão, Curitiba
VALOR: R$ 38,50
INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES, AQUI.

Após a finalização de um texto, quais são os próximos passos a serem tomados até finalmente cumprir o ciclo editorial: lançar um livro pronto para ser comercializado. Se você é autor independente ou pretende começar sua carreira, precisa conhecer essas etapas.
Nesta oficina, os autores irão saber das etapas editoriais necessárias para produzir um livro, além de entender como é feita a publicação com editoras e principalmente, como se autopublicar. Se você não quer depender de editoras e quer saber como se lançar, este workshop é para isso!
DIA: 28 de setembro (sábado)
HORÁRIO: 9h30 às 12h30
LOCAL: Oz Espaço Criativo, R. Saldanha Marinho 813. Centro, Curitiba
VALOR: R$ 27,50
INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES, AQUI.

MANGÁ
É como chamamos os desenhos em quadrinhos japoneses, conhecidos aqui no Brasil principalmente depois da década de 90. Hoje em dia é parte do cotidiano de muitas crianças que adoram o estilo e acompanham as séries seja em formato de quadrinho, seja em desenhos animados (anime)
O curso: O módulo básico 1.
Neste curso, vamos focar na criação simples da figura humana. Os alunos vão aprender técnicas que vão permitir que criem figuras humanas conforme o seu desejo e em várias posições.
Neste módulo o aluno vai ter os primeiros contatos com proporção e simetria, por isso ele não precisa saber desenhar nada: ele irá aprender do início como construir um rosto, um corpo, como desenhar mãos e pés. Ao final das aulas, o aluno será capaz de desenhar figuras humanas de forma básica, aplicando as técnicas para que essas figuras sejam proporcionais. Também irá ser capaz de criar desenhos sem depender de referências.
INICIO DAS AULAS: de 2 de outubro até 27 de novembro (às quartas-feiras)
HORÁRIO: das 18h às 20h
LOCAL: Espaço Cultural Ortiz, R. Dr. Bley Zornig 2615. Boqueirão, Curitiba
VALOR (com apostila inclusa): a partir de R$ 473,50
VAGAS LIMITADAS, INSCRIÇÕES ANTECIPADAS.
INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES, AQUI, APENAS ATÉ DIA 25 DE SETEMBRO.

“A verdade é como poesia. E a maioria das pessoas odeia poesia”.
Essa frase, dita no filme The Big Short (A grande aposta), é um excelente exemplo de como nós, o público em geral, tendemos a tratar e considerar essa “coisa” meio nebulosa e escorregadia, a qual se costuma dar a rubrica de “poesia”.
Mas, afinal, será que é mesmo assim?
Pode parecer meio evidente dizer que vivemos num mundo simbólico, no qual estamos imersos na linguagem, mas também somos produtores de linguagem, o que pode ser resumido na simples ideia de que somos capazes não apenas de “dar sentido”, mas também “de sentir” o mundo, no mundo.
Em suma, o simbólico nos cerca e nos atravessa, porque somos seres “na” e “de” linguagem, e só há mundo ou realidade possível, graças a isso.
A poesia vai muito além do “entendimento”, contudo não depende apenas da “sensibilidade” – e é nessa fronteira que é necessário buscar nossa perspectiva, não para defini-la ou escravizá-la, mas para que sejamos capazes de vivê-la.
DIA: 26 de outubro (sábado)
HORÁRIO: 9h às 18h (intervalo entre 13h e 14h)
LOCAL: Porto Educação, Praça General Osório, 379 (3º andar), Centro, Curitiba
VALOR: (promocional antecipada até dia 30/09) R$ 66,00 / (normal) R$ 77,00
INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES AQUI.
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]]>The post Edição de julho da revista Tudo éX Texto no ar! appeared first on Laboralivros.
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Apaguem as luzes que a sessão irá começar. A edição nº 29 da Tudo éX Texto chega em julho não com cara de férias, pois queremos o melhor do conteúdo a oferecer. Mas, por que não falar das coisas boas da vida como o cinema? Eis que o conteúdo desse mês vem ligado não apenas ao lazer, mas às linguagens visuais.
Comecemos com a crítica de Renan Porto sobre Quarto Camarim, onde o cinema autor apresenta-nos a jornada da diretora Mel Queiroz em busca do tio que durante 27 anos que perdeu o contato, ou por bem não contatou mais a família, em busca do seu próprio feminino, da sua imaginação e sonho construídos na dessa cabeleireira e performance chamada Luma, de uma vida criada na realidade de São Paulo e redigida pela câmera da sobrinha e de Fabrício Ramos.
Para uma ótima trilha sonora é só conferir o ensaio do Tarik Alexandre sobre o estilo lo-fi e house em alta na plataforma do youtube. Nos apresenta a produção de um canal de música underground como uma rememoração dos discos e filmagens noventistas encorpada do chamado demônio meridiano, onde se mistura a inquietude e o exotismo entre sonho e realidade da vida nas cidades.
Ainda falando em tempos passados, segue a matéria sobre mukashi banashi os “contos de fadas” japoneses. O tipo de histórias que fluem ao longo do imaginário dos homens e que hoje, modificaram-se não apenas da oralidade mas ganharam nova estrutura na literatura e no cinema. Não sendo apenas fontes de entretenimento (como quando se contavam ao redor do fogo), mas contendo também intuito educativo e uma desconstrução dos aspectos maniqueístas das histórias ocidentais.
Saindo desses contos fantásticos, mas não esquecendo deles e deixando-os adormecidos no interior do nosso ser, a resenha do livro de Otto Winck, Cosmogonias, nos mostra que os aspectos fantásticos desse – ou talvez no plural – outro mundo extraordinário pode ser traduzido aos homens. As “vozes” chegam-no desveladas nas poesias registradas no livro, realidades que já deixaram de existir e outras que nos rodeiam.
A disputa de existir também está no mercado nacional, os contos do concurso Autoramente 2018 , agora editado em livro, são o resultado de muito esforço e trabalho, em parceria com a editora Hope. Não poderiam ter sido melhor escolhidas do que pelos próprios leitores da plataforma Luvbook, o livro 5 histórias interessantes que vão prender os próximos espectadores.
A coluna Leituras Xenólogas Ingrid Jakubiak realiza uma crítica sobre O Prometeu moderno, Frankenstein, sendo uma visão das da vida burguesa e das descobertas científicas da virada para o século XIX, a autora mostra sua visão de um feminino, não de si própria, mas da realidade, da natureza que envolve os científicos da época. Da ciência, que se espelha no passado, que manipula a natureza e que para eles seria descartável. Uma visão escurecida sobre o progresso e sobre a estrutura social que formava esses indivíduos.

Não poderíamos deixar de fora essa pegada nebulosa, noir. Temos outra autora, Amelia Pessoa, lançando aquela boa continuação que aguardamos sempre com um gostinho de quero mais (e pipoca), não deixem de conferir a parte dois do quadrinho pulp autoral KINGS CLUB, cheio de intrigas da protagonista da família de mafiosos Gambini.
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Maneki Neko ou “gato da sorte”
O Maneki Café em Curitiba é um desses exemplos. Eles apostaram em servir não só os tradicionais salgados e bebidas, como também pratos de origem japonesa. Lanches como o famoso doce dorayaki, manju e o sanduíche tonkatsu, e várias outras opções de culinária japonesa voltada para cafés. Além disso, o espaço tem como tema o gatinho que o nomeia, símbolo de boa sorte e sem sombra de dúvidas, um dos animais que os japoneses mais gostam!
Um outro diferencial do espaço, e que nos fez conhecê-lo, é a iniciativa de promoção de cultura – especialmente japonesa, mas não somente – como oferta de espaço para pequenos workshops e apresentações.
Nesta sexta dia 05 de julho, nossa colega Lua Bueno Cyríaco (artista gráfica e co-editora da Urso e BuruRu) promoveu, no Maneki Café, uma apresentação dos alunos do curso de extensão sobre kamishibai, realizado semestralmente pelas professoras Satomi Oishi Azuma e Márcia Hitomi Namekata da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

kamishibai no Maneki Café por Victoria Toscani e Leonardo Vinícius, alunos da UFPR.
O kamishibai é um formato de contação de histórias originário do Japão, que se popularizou muito no período pós-guerra. Nele, utiliza-se o auxílio de lâminas com desenhos dispostas em um tipo de mini-palco, que o kamishibaya (o contador de histórias de kamishibai) passa enquanto conta a história, fazendo vozes e efeitos sonoros. A face ilustrada fica voltada ao público, enquanto a história em si, fica voltada para o contador.
Os responsáveis pela apresentação desta sexta feira foram os alunos de letras japonês da UFPR – e também participantes do curso de extensão de kamishibai-, Victoria Toscani e Leonardo Vinícius. No curso, além de aprender sobre o kamishibai, realizam junto aos professores traduções de histórias tradicionais japonesas (mukashi banashi), contos que muitas vezes remontam de mais de 5 séculos no passado!
Durante o dia, várias pessoas vieram especialmente para a apresentação, mas também havia quem chegasse no café e se sentisse curioso com o que estava acontecendo. Os participantes juntaram as mesas a fim de ficarem mais próximos para ver e ouvir as histórias tradicionais que falavam de viagens mágicas, ratinhos e cachorros fantásticos e sobre como agir com gratidão.
Ao final, todos ficaram bem satisfeitos, e é certo que a Victoria e o Leonardo voltarão mais vezes para contar novas histórias para um novo público (talvez o antigo também apareça novamente, quem sabe) e também para outras ações de promoção da cultura e língua japonesa!
O próximo workshop com o qual estamos envolvidos será o de mangá, dessa vez ministrado pela Lua Bueno Cyríaco, no dia 20 de julho, das 10h às 11h30 voltado para os que curtem o estilo de desenho japonês, de todas as idades a partir de 6 anos.
O workshop será destinado aos iniciantes e a proposta é aprender a desenhar um chibi, um tipo de desenho que deforma as proporções, deixando os personagens com uma aparência mais fofa, um recurso muitíssimo usado e apreciado pelos fãs do gênero.
Não precisa se preocupar se você não sabe desenhar, a professora irá passar a forma mais simples de seguir a proporção e poder começar a se divertir com seus próprios traços! Por isso, para essa oficina você só precisará levar seu entusiasmo e a colaboração de R$20 (inscrição no local), que custeará material e também dá direito a um delicioso lanche do Maneki Café (o dorayaki é a estrela desses lanchinhos). Mas atenção, as vagas são limitadas a apenas 7 participantes.
Para realizar sua inscrição antecipada (com opções que dão direito a um fofo copo de café estampado com desenho exclusivo da Lua ou uma cadernetinha artesanal), basta acessar ao sympla!
E além do workshop, nós temos o prazer de selar essa parceria – que não fica por aqui, ainda virão várias coisas – dizendo que o Maneki Café é agora um ponto de venda das Editoras Urso e BuruRu!
Em um cenário com cada vez menos livrarias pequenas e de bairro, os cafés acabam sendo também um refúgio daqueles que buscam uma boa leitura, e em especial no Maneki Café, agora você poderá conhecer mais de perto o trabalho das duas microeditoras curitibanas.
Visite o Maneki Café, que fica da Av. Marechal Floriano Peixoto, 815 (a poucos metros do Maneki Lámen, bem próximo ao Shopping Estação) e prove um pouco mais da cultura e gastronomia japonesas 

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]]>The post Julho em Curitiba com várias feiras de livros appeared first on Laboralivros.
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No domingo dia 7 de julho, uma pequena feira literária será feita na Funbox Boardgames, um espaço super maneiro feito para os amantes do jogos de tabuleiro. Lá, você pode escolher um jogo, um mesa e se divertir com os amigos e a família. Dá gosto de ver como ainda existem atividades diferentes para crianças e adultos à disposição, não é? E ainda mais num domingão, que muitas vezes a gente se pergunta “o que fazer hoje?”.
Então além dos jogos e do café, a Laboralivros estará lá com as edições dos livros da Editora Urso e BuruRu e outros mais com vários descontos! Junta à nos, estarão também a nossa parceira Lunares com cadernos e marcadores artesanais e outros mimos de papelaria, e também o pessoal da Telling School, uma escola diferente que produz seus próprios materiais didáticos e paradidáticos, além de oferecer cursos com o uso de animação e desenho!
Confira o evento no facebook e confirme sua presença!
a entrada é franca!

Já no final de semana que vem, mais especificamente no sábado dia 13, vai rolar nossa querida feira de livros Sacolão dos Livros!
Dessa vez, estaremos no charmosíssimo Sunset Café, que além de contar com várias opções de comidinhas diferentes (da oriental até o crepe francês) e um espaço super lindo e agradável (tem varanda, tem mesinha intimista, tem espaço pra galera, olha, é uma graça, estar lá é uma delícia), fica nada mais nada menos que na frente do MON (museu Oscar Niemeyer, mais conhecido como Museu do Olho). Vai ser um sabadão de sol com muita gente e uma paisagem linda!
E temos participações já confirmadas:
Laboralivros (Editora Urso e Editora Bururu) – Incubadora de projetos literários, trará as publicações das microeditoras Editora Urso e Editora BuruRu, além de outros livros, principalmente com temática focada em cultura japonesa.
Lunares – produtos de papelaria artesanais.
Factum – editora especializada em história, possui um acervo de livros sobre aspectos e lugares interessantíssimos em Curitiba e muito mais!
ainda vem mais aí…
Confira o evento no Facebook ou no sympla, e confirme sua presença!
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]]>The post Jovens assassinados de forma horrenda não são o único temor nessa assombrosa história brasileira appeared first on Laboralivros.
]]>Dia 8 de junho foi lançada a campanha para financiamento coletivo do livro O Arranca-línguas & outros monstros pela equipe da BuruRu e pelo autor Fabio Alex.

Muito mais que uma história de horror brasileira
Até mesmo os contos de fada têm seu lado obscuro. E na cultura brasileira, existem muitos, repletos de personagens macabros, inclusive se fazendo como reais graças às crenças do povo e seu comportamento.
O que dizer então quando um jovem rapaz se vê cercado por dois grandes pavores: um ser mítico que pode devorá-lo de forma animalesca, e sua família conservadora descobrir sobre sua sexualidade “desalinhada”? Acredite, ambos podem ser terrivelmente avassaladores para um adolescente solitário.
Segundo o autor “A história do Arranca-línguas narra o cotidiano do adolescente Brendom, que possui um verdadeiro pavor que sua família descubra sua sexualidade. Nesse contexto, é onde entra a lenda folclórica do monstro Arranca-línguas, o devorador de mentiras, que se torna uma ameaça para o protagonista, tanto no sentido metafórico quanto fisicamente. Até próximo as páginas finais, fica a dúvida: será o monstro real, ou um crescente delírio psicológico nascido da culpa e do medo?”
O incômodo do medo
Tradicionalmente uma história de horror fala do medo que o sobrenatural ou o desconhecido causa. No entanto, ao abordar a realidade de um adolescente vindo de uma família tradicional e sua descoberta da homossexualidade, é impossível não pensar que isso também pode se tratar de uma história de terror. Afinal, o componente principal é o mesmo.
E neste texto, Fabio Alex lança mão de sua experiência pessoal e a de tantos outros como ele – e como o jovem protagonista do livro – como referência e inspiração para transcrever uma narrativa que se baseia no medo. O medo inconsciente do sobrenatural, sim, afinal há algo de muito estranho acontecendo na cidade e seus arredores – jovens estão sendo encontrados mortos sem suas línguas –, mas principalmente o medo não do desconhecido, mas do bem definido julgamento social, que pode levar ao ostracismo ou, em casos mais extremos, à morte.
Uma história de terror com seres mitológicos nacionais e temática gay em uma grande exposição nacional
É com a premissa de abordar a temática gay e explorar as lendas urbanas de nosso próprio território que o livro O Arranca-línguas & outros monstros quer participar do maio evento de literatura de Terror: a Horror Expo 2019.
“Além da óbvia representatividade e de discutir temas relacionados ao universo LGBT, ao mesmo tempo em que valoriza nossa cultura ao abordar criaturas de nosso folclore, O Arranca-línguas também nasceu da minha necessidade de consumir mídias com protagonistas LGBT que fugissem um pouco dos temas focados apenas no romance, drama e erotismo (mesmo que ainda carregue parte desses elementos em um nível ou outro). É uma história de horror psicológico e de monstros, que não deixa de possuir um convite a reflexão sobre a realidade de jovens gays brasileiros, que por si só pode ser mais assustadora do que muitos filmes de terror da cultura pop”, diz Fabio Alex.
Uma grande chance de expor o livro de estreia no formato tradicional impresso do autor independente Fabio Alex e levar uma temática significante aos leitores do gênero de horror!
Temos até dia 3 de agosto!
Ajude o projeto a tornar-se realidade e tenha um material original para ler no Halloween! Nós preparamos recompensas super legais como e-books, ilustrações, comissions e muito mais!



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]]>The post Premiação do concurso AUTORAMENTE 2018: Lançamento do livro com contos vencedores em Maio appeared first on Laboralivros.
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O concurso literário Autoramente foi criado pela equipe da Laboralivros e tem tido edições desde Novembro de 2016. Inicialmente ele era publicado em uma revista virtual homônima, tendo depois seu conteúdo – a parte o concurso – mesclado à atual revista Tudo éX Texto.
Dessa forma, em 2018 foi a primeira edição do concurso independente, tendo como premiação a publicação dos textos vencedores em um livro, que não poderia ter sido feito sem o apoio e esforço conjunto da MX gráfica online, D7 Editora e gráfica e a nossa querida Editorial Hope, além é claro da força do pessoal do site Luvbook.
Todo o processo do concurso contou com profissionais do mercado literário que fizeram a seleção dos textos para depois disso, contar com a participação do público através da votação feita no site brasileiro de auto publicação Luvbook.
Recebemos dezenas de textos. As 10 histórias selecionadas foram dispostas em nosso perfil, e o público escolheu suas preferidas. As 5 mais votadas ganharam uma publicação física, que terá seu lançamento agora durante o evento Art Session – Literatura 2019.
O lançamento vai acontecer dia 18 de Maio, das 16h às 22h lá no Oz Espaço Criativo, que fica na rua Saldanha Marinho 813, em Curitiba.
Se você vai estar na cidade esse dia, compareça! Além do lançamento do livro, vai rolar uma edição “pocket” do Sacolão dos Livros com autores e editoras da cidade cheia de publicações independentes e ainda mais: a palestra “A Literatura Resiste” ministrada pelo professor de Filosofia, escritor, compositor e poeta, Dalton Luiz Gandin, seguido da premiação do Art Session 2019 de Literatura (premiação nas categorias: Melhor Conto 2019 e Melhor Poema 2019). Em seguida, um bate papo descontraído com o público presente contará com a participação dos Artistas Convidados do evento, entre eles a Lua Bueno Cyríaco, produtora do concurso literário Autoramente.
E depois desse rolê literário todo, a galera vai se juntar pra confraternizar em um bate papo informal no bar/café do Oz 

Bar/café do Oz Espaço Criativo
Se você curte literatura, escreve e ama apoiar e vivenciar a cultura, aparece lá!
#indiepower
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]]>The post Tudo éX Texto #27: Existências paralelas nesta edição de Abril appeared first on Laboralivros.
]]>E sem dúvida o espelho estava começando a se desfazer lentamente, como se fosse uma névoa prateada e luminosa. No instante seguinte Alice atravessara o espelho…”
– Através do Espelho e o que Alice encontrou por lá, por Lewis Carroll

Capa: Foto de Tati Cared. O tradicional e o contemporâneo ocupam o mesmo espaço. Acesse aqui a revista!
Passando a onda de mistérios que incluímos na edição anterior, fechamos o assunto com a dica de uma coletânea feita por Alfred Hitchcock e algumas de suas histórias favoritas de suspense, 13 contos para “abrir as portas de suas casas”. Assim, na sequência recebemos a edição desse mês, em que trazemos as sensações de Alice e seu faz de conta na Casa dos Espelhos. Vamos tratar não necessariamente de “mundos em conflito”, mas sobre esses mundos que convivem e coexistem na literatura e na mídia. O artigo de Lua Bueno revela um pouco como foi o choque e a reconstrução da presença tradicional Ainu na cultura pop japonesa. Nosso convidado Cleverson Honório discute sobre o heterônimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, nos conduzindo ao “reaprender” pelos sentidos, em um convite ao convite ao sensacionismo. Nas Leituras Xenólogas, Felipe Medeiros fala sobre cinema e na fluidez e tráfego constante de experimentação de Sion Sono por temas que cabem em um espelho convexo e se expandem e trabalham uma visão do cinema oriental sobre elementos da cultura popular, da religião, do tormento das personagens e do confronto daquilo que deveria ser uma história cotidiana. Na resenha o espaço íntimo de Um Quarto que Fala é abordado sobre a percepção singular dos objetos: uma problemático oriunda dos objetos ou do âmago do indivíduo em diversos objetos guardados e suas relações com o sentir e o pensar de uma pessoa?
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]]>Provavelmente, o crime mais praticado no mundo, envolve não somente como fonte a mentira por si só. De fato, a necessidade de um indivíduo em ambicionar coisas leva-os, muitas vezes, a passar por cima dos direitos de outras pessoas. Essa necessidade de obter algo para si mesmo, de tirar vantagem seja econômica ou profissional atrelado ao fator de enganar outro, fraudando documentos ou mesmo induzindo e traindo a confiança das pessoas é o que se reconhece por crime de estelionato.
Nos Estados Unidos a primeira vez que o termo foi usado (no original Confidence trick) dizia respeito a prisão de Samuel Thompson em 1849. Um vigarista que se aproximava de figurões de alta classe alegando conhecê-los e, com o tempo, passava a ganhar a confiança deles. Logo em seguida lhes pedia dinheiro ou um relógio emprestado e, não precisamos dizer, desaparecia levando os itens e enganando a todos.
Crimes como esse eram comuns antes do século XX. Grande parte das informações só circulavam pelo jornal (as transmissões de rádio começaram apenas em 1901) e documentos e identidades podiam ser facilmente fraudados para benefícios próprios. Pela dificuldade de propagação de informações, pessoas podiam facilmente mudar de cidade e nome, sem deixar qualquer rastro para trás, sendo assim outro crime que ocorria envolvendo a “arte” da enganação era a bigamia: o ato de casar-se com uma pessoa enquanto já se está legalmente casado com outrem. Muitas vezes nenhum dos cônjuges tem ciência da enganação.

Documentário: American Ripper por History
A ideia do matrimônio onde o indivíduo pode contrair somente um casamento remonta o início da sociedade ocidental, no período greco-romano. Leis foram instauradas de forma a banir a poligamia e serviram para orientar legalmente a formação e a organização da sociedade. Hoje, a maioria dos países ocidentais adota uma conduta monogâmica e considera, portanto, a bigamia como um crime punível por lei. Nos Estados Unidos, por exemplo, a pena é de cinco anos em cárcere, mas tal questão se repete, sendo discutida, por exemplo, como no caso de 1879 que envolvia os mórmons em Utah com o direito à liberdade religiosa. Um caso ocorreu no Brasil em 1915 e o homem ficou preso durante um ano.
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