Tudo éX Texto #27: Existências paralelas nesta edição de Abril

E sem dúvida o espelho estava começando a se desfazer lentamente, como se fosse uma névoa prateada e luminosa. No instante seguinte Alice atravessara o espelho…”
Através do Espelho e o que Alice encontrou por lá, por Lewis Carroll

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Capa: Foto de Tati Cared. O tradicional e o contemporâneo ocupam o mesmo espaço. Acesse aqui a revista!

Passando a onda de mistérios que incluímos na edição anterior, fechamos o assunto com a dica de uma coletânea feita por Alfred Hitchcock e algumas de suas histórias favoritas de suspense, 13 contos para “abrir as portas de suas casas”. Assim, na sequência recebemos a edição desse mês, em que trazemos as sensações de Alice e seu faz de conta na Casa dos Espelhos. Vamos tratar não necessariamente de “mundos em conflito”, mas sobre esses mundos que convivem e coexistem na literatura e na mídia. O artigo de Lua Bueno revela um pouco como foi o choque e a reconstrução da presença tradicional Ainu na cultura pop japonesa. Nosso convidado Cleverson Honório discute sobre o heterônimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, nos conduzindo ao “reaprender” pelos sentidos, em um convite ao convite ao sensacionismo. Nas Leituras Xenólogas, Felipe Medeiros fala sobre cinema e na fluidez e tráfego constante de experimentação de Sion Sono por temas que cabem em um espelho convexo e se expandem e trabalham uma visão do cinema oriental sobre elementos da cultura popular, da religião, do tormento das personagens e do confronto daquilo que deveria ser uma história cotidiana. Na resenha o espaço íntimo de Um Quarto que Fala é abordado sobre a percepção singular dos objetos: uma problemático oriunda dos objetos ou do âmago do indivíduo em diversos objetos guardados e suas relações com o sentir e o pensar de uma pessoa?

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