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]]>Provavelmente, o crime mais praticado no mundo, envolve não somente como fonte a mentira por si só. De fato, a necessidade de um indivíduo em ambicionar coisas leva-os, muitas vezes, a passar por cima dos direitos de outras pessoas. Essa necessidade de obter algo para si mesmo, de tirar vantagem seja econômica ou profissional atrelado ao fator de enganar outro, fraudando documentos ou mesmo induzindo e traindo a confiança das pessoas é o que se reconhece por crime de estelionato.
Nos Estados Unidos a primeira vez que o termo foi usado (no original Confidence trick) dizia respeito a prisão de Samuel Thompson em 1849. Um vigarista que se aproximava de figurões de alta classe alegando conhecê-los e, com o tempo, passava a ganhar a confiança deles. Logo em seguida lhes pedia dinheiro ou um relógio emprestado e, não precisamos dizer, desaparecia levando os itens e enganando a todos.
Crimes como esse eram comuns antes do século XX. Grande parte das informações só circulavam pelo jornal (as transmissões de rádio começaram apenas em 1901) e documentos e identidades podiam ser facilmente fraudados para benefícios próprios. Pela dificuldade de propagação de informações, pessoas podiam facilmente mudar de cidade e nome, sem deixar qualquer rastro para trás, sendo assim outro crime que ocorria envolvendo a “arte” da enganação era a bigamia: o ato de casar-se com uma pessoa enquanto já se está legalmente casado com outrem. Muitas vezes nenhum dos cônjuges tem ciência da enganação.

Documentário: American Ripper por History
A ideia do matrimônio onde o indivíduo pode contrair somente um casamento remonta o início da sociedade ocidental, no período greco-romano. Leis foram instauradas de forma a banir a poligamia e serviram para orientar legalmente a formação e a organização da sociedade. Hoje, a maioria dos países ocidentais adota uma conduta monogâmica e considera, portanto, a bigamia como um crime punível por lei. Nos Estados Unidos, por exemplo, a pena é de cinco anos em cárcere, mas tal questão se repete, sendo discutida, por exemplo, como no caso de 1879 que envolvia os mórmons em Utah com o direito à liberdade religiosa. Um caso ocorreu no Brasil em 1915 e o homem ficou preso durante um ano.
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]]>The post A Feira Mundial de 1893 foi o marco que nomeou Chicago como “A Cidade Branca”, morada do terrível serial killer appeared first on Laboralivros.
]]>Que esteja anunciado!
Chicago será a sede da World Columbian Exposition em comemoração à chegada de Cristóvão Colombo em nossas amadas terras americanas em 1492!
Do fogo que devastou a cidade levando-a às ruínas, não lamentemos mais, a madeira velha trará lugar para o progresso, representado em grandes estruturas de aço, vidro e cimento. Faremos dessa cidade a supremacia cultural do nosso século, deixando para trás grandes metrópoles como Nova York e Washington. As mais magníficas invenções e o otimismo estarão refletidos nos âmbitos da arquitetura, do saneamento, das artes e da indústria.
200 Estruturas planejadas pelo arquiteto Daniel Burnham, seis meses de duração e mais de 27 milhões de visitantes é o que esperamos. Pavilhões de 46 países da Europa, Ásia e África se estenderão da Avenida Cottage Grove até o Lago Michigan e ocuparão a área da que fica entre a 56th Street à 67th Street.
E lembrem-se! Esperamos um recorde de visitação no dia 9 de outubro, não deixem de comparecer a’O Dia de Chicago!
Desde o dia 4 de abril está aberta a campanha de financiamento coletivo no Catarse para a publicação do livro H. H. Holmes – o 1º serial killer americano, tradução da biografia redigida pelo próprio assassino no corredor da morte e lançada em 1895.
O projeto é uma tradução inédita no Brasil. E além dela, vamos adicionar recortes fac-símile dos jornais da época que noticiavam sobre Holmes, um prefácio feito pelo Dr. Cristian Dunker (psicanalista e professor da USP) e um postfácio pelo Coordenador-chefe do Boletim do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM, 2019) Luigi Barbieri Ferrarini, afinal queremos palavras de contraponto com a narrativa do assassino-biógrafo.
Eis que em 1890 o Presidente William H. Harrison realiza divulga a escolha da cidade para a Exposição Universal de 1893. Estava declarado o plano da feira, a cidade planejada, a terra dos sonhos, dos negócios e do turismo. E certamente não apenas os organizadores tiraram proveito dos encantos aos olhos dos turistas.
O avanço tecnológico sempre esteve presente no sonho americano. O que impressiona é quando a sede de grandiosidade e sangue, como foi a de Holmes, transformam o progresso em armadilha.
Foi durante os anos anteriores a comemoração dos 200 anos da chegada de Colombo à América que o famigerado médico e estelionatário planejou e arquitetou o cenário perfeito para seus crimes.
Para manter o personagem ele não apenas escolheu um nome em especial, como também estabeleceu moradia numa das cidades mais almejadas da época. Chicago, que ficou conhecida como Cidade Branca não poderia ser menos grandiosa e esplendorosa para a mente do Dr. Holmes praticar suas matanças.
CONHEÇA O PROJETO E APOIE! FAÇA O LIVRO SER PUBLICADO!
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]]>The post Lançada a campanha para financiamento do livro do 1º serial killer americano: H. H. Holmes appeared first on Laboralivros.
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Esta figura que já faz parte do imaginário norte americano, mas que talvez nem todos aqui no Brasil conheçam tão bem quanto Ted Bundy, Charles Manson ou Richard Ramirez “Night Stalker” – psicopatas já mais contemporâneos – é considerado o primeiro assassino serial dos Estados Unidos, responsável por confirmadamente 27 mortes, mas que alega ter matado mais de 200 pessoas em seu terrível Castelo da Morte: um edifício construído de forma caótica, em que apenas ele sabe das dezenas de passagens e quartos secretos que escondiam câmaras de gás ou fornos.
“Nasci com o diabo em mim”
H. H. Holmes
Vale relembrar que a tradução será feita por Aukai Leisner, professor e tradutor, colabora com o blog Lavra Palavra, com traduções de textos de política, filosofia e psicanálise. Além dele, a produção está sendo feita por Lua Bueno Cyríaco com a supervisão editorial de Tarik Alexandre (ambos responsáveis pela publicação dos livros Jusan’nin Isshû – treze poemas do Ogura Hyakunin Isshû e Horror Oriental, lançados respectivamente pela Editora Urso e Editora BuruRu, ambas incubadas pelo Laboralivros).
Conheça o projeto, apoie e saiba o que esse terrível assassino do final do século XIX tem a dizer sobre sua vida cheia de crimes de extorsão, fraudes, venda de cadáveres, sedução e assassinato!
E aproveite as primeiras semanas, pois a campanha iniciou com um kit completo (além do livro, caderneta, postal, ecobag e um exemplar do livro Horror Oriental)

kit disponível apenas nas primeiras semanas, não perca! APOIE AQUI!
Então acompanhe o nosso Instagram e também este blog, pois o pessoal da Editora Urso preparou uma série de curiosidades sobre Holmes e sua época, que estaremos publicando para que você sempre saiba mais um detalhe sórdido sobre esse famoso serial killer.
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]]>The post H. H. Holmes e Sherlock Holmes: o primeiro assassino em série da América escolhera seu pseudônimo como homenagem? appeared first on Laboralivros.
]]>Sendo assim, o pessoal da editora preparou uma série de textos com várias curiosidades sobre essa figura terrivelmente interessante.
Já postamos aqui sobre o porque existiam tanto roubos de cadáveres no século XIX, e também sobre Serial Killers, além do texto oficial de lançamento da campanha.
Hoje, dia 1º de abril, conhecido como o dia da mentira, é claro que não poderíamos deixar de falar dele, afinal um estelionatário tem por definição ser um grandessíssimo mentiroso!
Para poder pagar o curso de medicina, o ainda Herman Webster Mudgett, passou a roubar esqueletos e cadáveres, desfigurá-los e desmembrá-los para então revender a laboratórios e outras universidades. Mesmo depois de formado, casado e exercendo função como educador da área médica, os problemas em elevar seus ganhos realimentaram o vício pelas fraudes. Ele abandona a família e foge com uma amante. Realiza um seguro de vida e busca incessantemente uma forma para forjar a própria morte. A melhor possibilidade era utilizar um corpo “fresco” para o sucesso de seu plano: assim engana um antigo colega de faculdade, o envenena e desfigura lhe o rosto para contornar as investigações. O veste em suas roupas e com seus documentos, facilitando a identificação às autoridades que o encontrassem e se desfaz do corpo. Tentando evitar a exposição dos esquemas prévios, passou a assinar com pseudônimos e, logo antes de se mudar para Chicago, autodenomina-se Henry H. Holmes.
Apesar da consideração que ele era um fã dos livros de Doyle, e por essa razão adotou o sobrenome do grande detetive, fontes indicam que a cronologia desse fato é praticamente impossível. Um Estudo em Vermelho, o livro de origem de Sherlock, é publicado em novembro de 1887 em terras inglesas e só recebe a devida notoriedade pelas continuações em 1891. Enquanto isso o médico e farmacêutico já era conhecido por Dr. Holmes em meados de 1886 no continente americano. Ao que parece, existe outra fonte de inspiração para o notório assassino: Oliver Wendell Holmes, nascido em 1809, era um doutor e professor conhecido das Faculdades de Medicina de Harvard e de Paris. Provavelmente, enquanto cursava o ensino superior, Herman Mudgett teve conhecimento do brilhante profissional que existia no estado vizinho ao que nascera e, por coincidência, Conan Doyle, conhecera a mesma figura pelo seu status de professor e escritor na época de fontes parisienses. Entretanto, dificilmente, poderia se dizer que o contrário aconteceu e o Professor nunca tenha lido nem os jornais com as atrocidades, nem mesmo o romance policial.
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]]>The post Projeto revelado: a Editora Urso fará tradução de autobiografia de serial killer do século XIX appeared first on Laboralivros.
]]>Trata-se da tradução do livro de 1895 escrito por um dos maiores assassinos da história.
A tradução será feita por Aukai Leisner, professor e tradutor, colabora com o blog Lavra Palavra, com traduções de textos de política, filosofia e psicanálise. Além dele, a produção está sendo feita por Lua Bueno Cyríaco com a supervisão editorial de Tarik Alexandre (ambos responsáveis pela publicação dos livros Jusan’nin Isshû – treze poemas do Ogura Hyakunin Isshû e Horror Oriental, lançados respectivamente pela Editora Urso e Editora BuruRu, ambas incubadas pelo Laboralivros).
Henry Howard Holmes, como ficou conhecido o dito primeiro serial killer da história dos Estados Unidos da América, teve seus crimes expostos no ano de 1894, quando foi preso.
Esse livro não se trata de uma versão romanceada da história desse personagem real, mas sim das palavras do próprio assassino.
Escrito entre 1894 e 1895, o então Henry Howard Holmes – que na verdade era apenas um dos muitos nomes falsos de Herman Webster Mudgett – confessa então boa parte de seus crimes, omitindo em um primeiro momento alguns, visto que a própria polícia ainda não tinha conseguido estabelecer quantas mortes de fato causara. Entretanto, sua sentença sendo determinada com a pena de morte por enforcamento, ele “continua” sua autobiografia confessando assim 27 assassinatos. Posteriormente, ele teria dito que poderia ter matado mais de 200 pessoas.
As palavras de Holmes jamais poderão ser levadas como verdade absoluta, trata-se aqui de um narrador completamente não confiável.
Jamais saberemos se ele matou apenas 27 pessoas ou realmente 200. Visto seu histórico de crimes 27 seria um número modesto – àquela época as tecnologias de forno empregadas no Castelo, o comprovado uso de ácido pela presença dos galões no porão e também a ineficiência investigativa devido aos poucos métodos científicos confiáveis, de certo deram cabo de várias evidências – sugerindo que na realidade haveria muitas mortes mais. Porém, não podemos esquecer que Holmes também fora seduzido pela própria fama, e aceitado o incentivo financeiro oferecido pela imprensa (e pelo editor que publicou seu livro) para confessar seus assassinatos. Se ele morreria por 27, por que não então confessar que matara 200?
A história de Holmes ganhou tal magnitude que milhares de especulações foram feitas, acerca de tudo: seu passado, sua sede de sangue e suas vitimas. Não bastasse o final do século XIX ter fortificado o peculiar gosto pela literatura de mistério, as mortes de pessoas relacionadas ao caso de Holmes foram encaradas pelo público como um tipo de maldição e de fato, dois médicos legistas que foram testemunhas e contribuíram diretamente para a condenação de Holmes morreram pouco tempo depois, assim como o superintendente do caso. Além de mortes e acontecimentos estranhos ocorridos com pessoas ligadas ao caso, como o cadáver de um dos padres que o atendeu na prisão encontrado no quintal sob circunstâncias misteriosas, do pai de umas das vitimas que acidentalmente pegou fogo, da destruição de uma das empresas de seguros, morte de delatores… a lista que segue é intrigantemente longa).
Claro que sua famosa frase corroborou para toda essa aura de terror e mistério:

“Eu nasci com o diabo em mim. Eu não pude evitar o fato de que eu era um assassino, não mais do que um poeta pode evitar a inspiração ou um homem intelectual a ambição de ser grande. A inclinação do assassinato veio-me tão naturalmente como a inspiração para fazer as coisas certas vem para a maioria das pessoas. O mal estava ao lado da cama quando eu era trazido ao mundo e ele tem estado comigo desde então”.
O projeto da Editora Urso é trazer a tradução do texto integral escrito por Holmes e publicado em 1895, em uma tradução ainda inédita no Brasil, através do financiamento coletivo no Catarse. Ao apoiar o projeto e escolher como recompensa o livro, você o receberá independente da meta!
Mas cuidado, ao ter em mãos as palavras do Dr. Henry H. Holmes, não se deixe seduzir pela sua dissimulação. Esse homem nasceu com a terrível capacidade de enganar e tirar tudo o que quisesse de suas vítimas. Esse não é um romance, é uma história macabra da vida real.

Fica aí a lembrança de que dia 4 de Abril, a campanha será lançada, podendo receber apoios. Save the date! 
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]]>A proposta é uma tradução inédita no Brasil de um texto do século XIX que vai tratar de coisas interessantes que ficaram bem famosas graças as histórias de mistério: morte, horror em uma macabra história real ocorrida nesse final de século tão famoso pelas inovações tecnológicas e grandes impactos culturais e sociais.
O pessoal da Editora Urso vai liberar algumas dicas sobre a natureza do projeto as quais vamos postar aqui sempre que saírem novidades. A segunda curiosidade é a seguinte:
Manipuladores, inteligentes e sedentos por sangue. Assassinos em série não são apenas personagens de filmes de horror, muito pelo contrário, podem ser pessoas muito próximas do nosso dia a dia e não são poucas as histórias que encontramos sobre crimes reais.
O termo Serial Killer ganha notoriedade apenas na década de 80, muitos anos após os primeiros estudos sobre a mente dos assassinos, suas motivações e ações calculadas para matar. John E. Douglas e Robert Ressler, dois agentes do FBI, são os pioneiros nesse estudo e passam a analisar o perfil psicológico dos criminosos. Para eles era importante entender a origem comportamental desses assassinos, seus métodos para atraírem e matarem as vítimas e também aquilo que era feito dos corpos postumamente.
Em geral os homicídios eram friamente calculados, muitos dos indivíduos não possuíam remorso de seus atos, mostrando-se completamente conscientes daquilo que fizeram. Discute-se, ainda, como essa ausência de empatia dá lugar à adrenalina, tornando o ato de matar algo viciante e que venha a se repetir outras vezes.
Algumas das mentes mais assustadoramente brilhantes que podemos relatar são de pessoas como Elizabeth Báthory, talvez a mais violenta condessa do século XVII e que trabalhava junto de outras pessoas em sua época. O que se diz é que ela matava jovens virgens para se banhar com seu sangue e manter sua beleza. Centenas de mortes lhe foram atribuídas.
Mas serial killers não são exclusividade só no exterior. O Brasil também possui alguns casos famosos: Pedro Rodrigues Filho, mais conhecido como Pedrinho Matador, tinha o costume de usar facas como seu principal instrumento. Dentre as suas centenas de vítimas o próprio pai está na lista e, mesmo após preso, causou a morte de mais 40 outras pessoas. Cumpriu 4 décadas atrás das grades e foi liberado em 2018.
Tenso, né? Se você não viu a curiosidade anterior, acesse o link aqui para saber sobre roubo de cadáveres no século XIX.
Alguma ideia do que virá? Fique atento aqui com a gente!
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]]>The post Editora Urso aposta no macabro em seu primeiro projeto de tradução do ano! appeared first on Laboralivros.
]]>A proposta é uma tradução inédita no Brasil de um texto do século XIX que vai tratar de coisas interessantes que ficaram bem famosas graças as histórias de mistério: morte, horror em uma macabra história real ocorrida nesse final de século tão famoso pelas inovações tecnológicas e grandes impactos culturais e sociais.
O pessoal da Editora Urso vai liberar algumas dicas sobre a natureza do projeto as quais vamos postar aqui sempre que saírem novidades. Eis a primeira curiosidade:
Durante o século XIX o roubo de cadáveres se tornou tão corriqueiro, que era comum que os familiares vigiassem o enterro e até mesmo por vários dias no cemitério. Alguns chegaram a enterrar seus mortos em caixões de ferro e utilizar de grades para proteger o seu descanso eterno. Isso acontecia devido à escassez de corpos destinados a estudos anatômicos nas universidades.
Por lei, apenas criminosos executados poderiam ter seus corpos utilizados sem ressalvas. Certamente isso criou uma aura negativa, ninguém gostaria de ser associado a um criminoso.
“A títulos numéricos, em 1828, registrava-se oitocentos alunos cursando escolas de anatomia, destes, quinhentos afirmavam trabalhar com dissecação; enquanto o fornecimento de corpos oficial beirava quatrocentos e cinquenta ou quinhentos por ano (BAILEY, 1896, Cap II), ou seja, menos de um por aluno. E, três anos depois, os números oficiais registraram que onze corpos foram feitos disponíveis legalmente, numa época em que cerca de novecentos alunos estudavam anatomia na cidade de Londres (MACDONALD, 2006, p. 11)”. Vitor da Mata Vivolo – Canal Ciências Criminais.
Claro, daí surgiu um macabro tipo de comércio: o do roubo e venda de cadáveres. Como na Inglaterra o furto de um corpo não caracterizava delito (apenas se roubasse algum pertence do morto, como uma roupa, joia, etc), surgiram o que chamavam “ressurrecionistas” pessoas especializadas em roubar cadáveres as vezes em “pedaços”. Sim, houveram vários alunos de medicina que deram uma de Dr. Frankstein ao se utilizarem de partes de corpos diferentes para seus estudos.
Entretanto, havia quem não se concentrasse em violar covas frescas, fosse para conseguir um corpo inteiro ou apenas pedaços.
“Na primeira metade do século XIX, uma dupla de irlandeses chocou a população da Inglaterra: William Burke e William Hare mataram e venderam pelo menos 16 vítimas para o anatomista Robert Knox, da Faculdade de Medicina de Edinburgo (Escócia).” Hyperscience
Nos Estados Unidos, a figura famosa por esses crimes foi Herman Webster Mudgett (conhecido como H. H. Holmes), que chegou a roubar, mas percebeu que seria muito mais lucrativo se ele pudesse “fabricar” seus cadáveres. Foi no seu famoso “Castelo da Morte” que H. H. Holmes matou, dissecou e vendeu vários e vários corpos para as faculdades de medicina dos EUA.
E aí pessoal, será que vocês conseguem imaginar que texto é esse?
conta pra gente o que você acha!
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