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]]>A coletânea conhecida como Shôjo Jigoku (o inferno das garotas) publicada no Japão em 1936 reúne três contos onde suas protagonistas são garotas. Neles o inferno que as jovens sofrem poderia ser o seu destino de ser mulher, entretanto também pode ser o tormento que elas podem causar aos outros por serem menosprezadas.
Lançado em 1936 no Japão, a trilogia de contos faz parte de um movimento estético conhecido como eroguro nansensu (エロ・グロ・ナンセンス), que representa na mídia impressa uma sociedade considerada decadente, alienada e forjada em prazeres sexuais. Uma estética que surge do “sentimento de ansiedade e inconformismo frente às mudanças políticas, econômicas e socioculturais do início do século XX, mudanças ocorridas graças a um processo rápido e desenfreado de modernização e pela difusão de práticas e valores ocidentais no território japonês”.⠀

Esta não é uma obra qualquer nem para qualquer paladar, trata-se de um texto de Yumeno Kyûsaku, um dos principais expoentes da literatura eroguro nansensu que influencia a mídia pop até hoje, junto ao famoso nome de Edogawa Ranpo.⠀
No ocidente, existem publicações de seus trabalhos apenas em inglês, francês e espanhol, não se resumindo a mais de 8 trabalhos entre os 160 textos produzidos por Yumeno em japonês.

Tradução direta do japonês, o livro proposto nesta campanha será a primeira edição a ser publicada no Brasil.
Venha conhecer esse estilo ainda um tanto obscuro no Brasil e ajudar a publicar um dos seus mais importantes autores, acesse catarse.me/shojojigoku!
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]]>The post As aventuras de Loveday Brooke – Inédito no Brasil, projeto de tradução do livro vitoriano entra no ar dia 8 de março appeared first on Laboralivros.
]]>Mas entre os nomes de famosos escritores e seus personagens, não vêm fácil o de nenhuma mulher. Isso significa que não existiram personagens femininas detetives? Nada disso! Alguns autores trabalharam personagens femininas em suas obras durante a Era Vitoriana, mas você saberia citar alguma?
Entre 2018 e 2019 durante suas pesquisas, a nossa editora Lua Bueno Cyríaco encontrou um material incrível sobre contos de detetive, e, entre eles, o de algumas autoras mulheres. Esmiuçando mais, encontrou de uma autora mulher escrevendo sobre uma detetive mulher! Tratava-se de Catharine Louisa Pirkis, a primeira autora mulher a criar uma detetive feminina: Loveday Brooke.
Assim nasceu a vontade de publicar as aventuras da senhorita Brooke. Por isso, neste dia 8 de março, um marco na história pela luta social feminina, a Editora Urso lança “As aventuras da detetive Loveday Brooke”, um projeto de financiamento coletivo através do Catarse para publicar o livro homônimo de Catharine Louisa Pirkis, obra ainda inédita no Brasil.

The Experiences of Loveday Brooke, Lady Detective (título original) foi escrito em 1893 e possui sete contos. Com uma narrativa imersiva e dada às minúcias de detalhes, ao bom e velho estilo Sherlock Holmes, vemos a capacidade de Loveday em resolver os mistérios que as autoridades sentem dificuldades de forma perspicaz e até mesmo inusitada, não devendo em nada aos grandes clássicos que conhecemos.
E embora dentro da história a detetive Loveday seja apresentada como uma referência em matéria de investigação, ainda assim em vários pontos ela tem sua inteligência, capacidade e competência questionadas pelo fato de ser mulher. Não se trata apenas de um livro sobre uma mulher detetive resolvendo casos, mas também sobre uma mulher tendo que conquistar o seu espaço na sociedade.
A edição elaborada pela Editora Urso propõe não somente a tradução, mas também com o resgate das 59 ilustrações originais da primeira publicação feitas por Bernard Higham.

O livro será em capa dura e contará com recompensas especiais, entre elas destacada a coleção de cards ilustrados com informações das 10 mais interessantes detetives femininas da literatura, escolhidas pela renomada escritora de thrillers Cláudia Lemes. Essas recompensas estarão disponíveis apenas no projeto pelo catarse, inclusive a editora considera não fazer tiragem além das destinadas às recompensas. Ou seja, apenas ao apoiadores do projeto terão essa edição!

O projeto será no sistema TUDO OU NADA. Nesse formato, o livro só poderá ser feito se atingir a meta. Sendo assim, temos do dia 8 de março até dia 07 de maio para apoiar e resgatar esta obra do esquecimento!
Além da recompensa dos cards ilustrados, está prevista uma recompensa com desconto no livro e outros mimos exclusivos para quem apoiar no primeiro dia. Lembre que no Catarse, você pode optar por usar boleto ou mesmo dividir o valor no cartão de crédito, e caso o projeto não atinja a meta (não vamos deixar isso acontecer né, gente!?), você recebe seu dinheiro de volta, então é uma forma de apoiar muito segura!
Siga-nos no Catarse e receba uma notificação no e-mail diretamente assim que a campanha for ao ar!
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]]>The post “Raposas: contos populares orientais”, um projeto com enfoque nos contos fantásticos sobre raposas appeared first on Laboralivros.
]]>Em 2017, a organizadora Lua Bueno Cyríaco selecionou quatro contos sobre raposas e fez um e-book. A intenção da pequena compilação era apenas trazer aos leitores brasileiros algumas histórias sobre esse animal fantástico que tanto cativa a muitos de nós. Por isso, durante o ano de 2019 ela dedicou algum tempo à pesquisa e tradução de mais contos orientais sobre raposas, e neste dia 10 de janeiro de 2020, à meia noite lançará a campanha no Catarse para o financiamento do livro em formato físico: “Raposas: contos fantásticos orientais”, pela Editora Urso, com contos da Coréia, China, Japão e do povo Ainu (norte do Japão).

A proposta é trazer os contos em uma encadernação artesanal típica do oriente, usada há séculos entre os povos asiáticos, aqui conhecida como “encadernação japonesa”, remontando uma experiência semelhante às antigas compilações.
Além disso, uma série de marcadores exclusivos com artes desenvolvidas especialmente para este projeto, trazendo a representação das raposas místicas de cada cultura apresentada.
A campanha de financiamento ficará no ar em janeiro com o encerramento em final de fevereiro. No projeto, são previstas recompensas especiais nos primeiros dias de campanha. Acompanhem o perfil do Laboralivros no Catarse para não perder o lançamento!
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]]>The post Algumas observações sobre a mulher na cultura e literatura japonesa appeared first on Laboralivros.
]]>Para que vocês leitores se inteirem sobre todo um universo diferente do ocidental, a editora Urso produziu uma série de textos que falam sobre os contos tradicionais, as lendas, a cultura e a mulher japonesa.
Neste post, vamos pensar e falar um pouco sobre como a figura feminina aparece na mitologia e também na sociedade japonesa e a relação delas com a literatura.
“Nos mukashi banashi – termo que designa tanto as narrativas como o gênero literário – existe uma galeria vasta de personagens; dentre elas, uma que se destaca é a mulher. Considerando-se as figuras femininas que surgem nessas narrativas, pode-se dizer que, ao contrário dos contos maravilhosos e de fadas do Ocidente, onde habitualmente classificam-se em heroínas e vilãs, nas narrativas japonesas esses dois polos não se encontram claramente delineados e suas características, muitas vezes, parecem se mesclar.
Ao sabor do tempo, aquelas narrativas contadas nas frias noites de inverno foram se modificando, tal qual o homem que evoluiu no curso da história. No entanto, mantêm-se vivas nas mensagens, latentes em suas palavras, no recôndito do sentimento humano. E, nessa trama do humano, do espacial, do temporal, sobressaem-se as mulheres. Sejam personagens, sejam narradoras, estão sempre ligadas, de alguma forma, a essas histórias: fadas, velhas contando histórias às crianças ao redor do braseiro, bruxas, princesas, mães, esposas…”
Márcia Namekata
Mas como elas são vistas e apresentadas -não somente nos mukashi banashi, mas nos mais diversos gêneros literários e, por que não-, na cultura japonesa de modo geral?
Analisar a figura feminina na cultura japonesa é tão complexo quanto na ocidental, visto que cada uma tem suas idiossincrasias. Porém enquanto ocidentais, a nossa tendência é se espantar – e algumas vezes escandalizar-se – com a apresentação mundo oriental. Porém, ao conhecer um pouco mais das lendas e história japonesa, conseguimos ver o desenho que foi se formando com o passar do tempo e compreender como ele é visto agora e talvez diminuir o estranhamento.

livro contemporâneo da escritora japonesa Natsuo Kirino – ela revisita a história de izanami e Izanagi.
Acreditamos que, enquanto mukashi banashi (narrativas antigas, ou narrativas tradicionais), os aspectos mostrados vão sempre estar mais próximos das narrativas míticas e por isso é indispensável relembrar o mito fundador do Japão, que traz as figuras da deusa Izanami e do deus Izanagi. Conta a história que no ritual de casamento a deusa se precipitou e convidou ao deus e dessa união nasceu um monstro disforme. Porém, orientados por seres superiores, eles refizeram a cerimônia e, dessa vez, o deus Izanagi que tomou a iniciativa de convidar Izanami e dessa união auspiciosa – e feita da forma correta, segundo instruções divinas superiores – teriam gerado o arquipélago japonês. A mítica de Izanami em alguns trechos é relacionada à um tipo de não subserviência ao marido, ou às regras. Izanagi, por sua vez, também quebra regras, no entanto no final da história, sua punição é bem mais suave em comparação à de Izanami. Temos uma clara apresentação de comportamento subserviente que é esperado (e incentivado) por parte da mulher em relação ao homem; a mulher é quem acompanha, o homem é quem toma a iniciativa e decisões.
No entanto, mesmo com essa apresentação escrita no famoso compêndio Kojiki (“registros de assuntos antigos”) publicado no século VIII, tendo como destaque o registro do mito fundador do Japão, existem várias figuras femininas que ganham um grande destaque e posições de poder.
A primeira delas é a lendária Imperatriz xamãnica Himiko que teria reinado durante o Período Yayoi (189-248). Sua existência é ainda um mistério, mas o que se conta é que ela teria sido a responsável por um bom período de trocas comerciais com a China e tendo sido eleita depois de uma sucessão de reis de Wa (antigo nome relacionado ao Japão). Dessa forma, ela teria sido a precursora do que seria o povo Yamato, que durante muito tempo foi o nome com o qual os japoneses teriam sido identificados.

Imperatriz Jingū, xilogravura por Tsukioka Yoshitoshi (1880)
Depois dela, entretanto, haveria outras poucas – mas bastante relevantes. Entre elas podemos citar Jingû (206-269) outra imperatriz lendária, que tomou o cargo após a morte de seu marido, e é conhecida por ter organizado uma expedição agressiva na península coreana, local conhecido como Reino de Silla. De acordo com o Kojiki e o Nihon Shoki (“crônicas do Japão”), ela liderou as forças japonesas para a primeira batalha fora do Japão. Depois de três anos, ela saiu vitoriosa, e alguns até ousam dizer que Jingu seria uma espécie de Joana d’Arc japonesa, conduzindo seu exército com muita coragem e estratégia. A Imperatriz Gemmei (707-715) tem o grande feito de ter encomendado e produzido o livro Kojiki, fonte considerada um dos mais importantes relatos históricos do Japão, e sem dúvida o mais antigo. Já a Imperatriz Shôtoku – que reinou duas vezes, uma com o nome de Koken de 749 a758, e depois de 764 a770 com o segundo nome–, ficou reconhecida por sua dedicação fervorosa ao budismo, que naquela época ainda não teria ganhado a influência que exerceria no futuro. Seu envolvimento com um sacerdote e sua intenção de abdicar do trono em seu favor resultaram em uma série de medidas que iriam impedir que outras mulheres ocupassem o trono por um longo tempo. Porém, ainda viriam mais duas imperatrizes, Meishô (1629-1643) e Go-Sakuramachi (1762-1770), após ela, a restauração Meiji preferiu seguir o modelo ocidental da Prússia que não permitia que uma mulher subisse ao trono nem em caso de o regente ser muito jovem para o cargo (O que ocorreu com muitas das imperatrizes japonesas, parte delas subiu ao trono e reinou apenas enquanto o regente não era apto para o cargo, em função da idade).
Diante a presença da figura feminina enquanto imperatrizes, mesmo que em número menor que os homens, podemos perceber que, apesar da inicial impressão de fragilidade e cidadã de segundo plano, ainda havia espaço para que uma mulher ocupasse uma posição de poder e que fosse respeitada – se não fosse por ser mulher, por ser imperatriz: sua posição lhe outorgaria respeito.
Certamente, não podemos esquecer também que durante o Período Heian, onde as artes tiveram seu grande florescimento, as mulheres da corte tiveram papel importantíssimo no uso e difusão do primeiro alfabeto originalmente japonês: o hiragana. E isso se dá graças ao fato de muitas delas serem não somente poetas, quanto escritoras de outros gêneros, como os diários (ninki) e as narrativas (monogatari), tendo os dois grandes destaques literários da história japonesa sido escritos por mulheres: o chamado Genji Monogatari (narrativas de Genji), por Murasaki Shikibu, considerado o primeiro “romance” japonês (e alguns também o consideram como o primeiro romance do mundo), e o Makura no Sôshi (O livro do travesseiro) livro de ensaios por Sei Shonagon.

Nota comemorativa de 2000 Yen, lançada no ano de 2000. À esquerda, uma cena do romance Genji Monogatari, e à direita inferior, uma representação de sua criadora Murasaki Shikibu.
Corrobora-se aqui a figura da mulher enquanto transmissora das tradições e cultura, agora não somente de forma oral, mas também escrita. Sua posição social “cai” em relação ao que fora no inicio dos tempos – mulheres e homens tinham funções semelhantes e a diferença de classes era menos discrepante, como é de se observar em muitas civilizações baseadas em agricultura, não somente no oriente –, no entanto sua função social enquanto mulher do povo continua como produtora (no caso de tecido, peças e auxílio na agricultura) e enquanto mulher da corte, como detentora e responsável pela manutenção da arte, mesmo que fossem ainda vistas como um tipo de propriedade da família ou da corte.
E não esqueça de visitar, apoiar e compartilhar o projeto! Estamos agora na marca de 74% e apenas 27 dias restantes! E para incentivar, se conseguirmos chegar aos 100% até o final do dia 30 de novembro, todos os apoiadores (os que já apoiaram e o que irão apoiar) irão ganhar um kit com 2 adesivos feitos com imagens tradicionais de ukyo-e e também 2 ilustrações originais do projeto (em formato virtual para impressão em A3), as quais o apoiador poderá escolher entre as 10 que serão desenvolvidas. Contamos com você para que o livro se torne realidade! 
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Nos dias 15, 16 e 17 de novembro no MON (Museu Oscar Niemeyer) vai acontecer a Festa Literária, e nós do Laboralivros estaremos lá no stand da Coesão Independente, junto de várias outras editoras independentes brasileiras. Além da feira de livros, haverá várias ações culturais! A Festa Literária do projeto Cotidiano Leitor é um convite para uma imersão no universo das palavras. São três dias de experiências com livros, leitura e literatura e muitas histórias para contar!
Confira a programação:
15 DE NOVEMBRO
Escrita feminina: lugar de escuta e lugar de fala
diálogo com Elisa Lucinda e Marina Colasanti
16h | Auditório Poty Lazzarotto
Elisa Lucinda | Poeta, atriz, jornalista, professora e cantora, nasceu em um domingo de Carnaval na cidade de Vitória, Espírito Santo. Seus livros são lidos e encenados por todo país, contribuindo para a popularização da poesia. Segundo Nélida Piñon, Elisa “tem a linguagem em chamas” – o que lhe rendeu diversos prêmios literários.
Marina Colasanti | Nascida na Eritreia, morou na Líbia e na Itália antes de vir para o Brasil – vive na cidade do Rio de Janeiro. Trabalhou como artista plástica, jornalista, apresentadora, publicitária e tradutora. Publicou mais de 50 títulos, entre poesia, contos, crônicas e ensaios, e é uma das mais premiadas escritoras brasileiras.
10h | Oficina de autoedição | Salão de eventos
11h | Roda de leitura “Contos populares sobre mulheres”, com Luana Azevedo | Salão de eventos
12h | Oficina de criação literária, com Jaqueline Conte | Salão de eventos
14h | Oficina “Cobras de papel”, com Marilza Conceição | Salão de eventos
14h | Ações poéticas, com o coletivo Marianas | Auditório Poty Lazzarotto
15h | Oficina de ilustração | Salão de eventos
15h30 | Contação de história, com Adriana Zanetta | Salão de eventos
16 DE NOVEMBRO
Discursos da imagem na literatura infantil
diálogo com Odilon Moraes e Roger Mello
16h | Auditório Poty Lazzarotto
Odilon Moraes | Nasceu em São Paulo, em 1966. Apesar de ter cursado Arquitetura, sua paixão por desenhos o levou a trabalhar com ilustração de livros, e desde então já ilustrou clássicos da literatura brasileira e universal. É também escritor e, a partir de seu olhar sensível, texto e imagem se encontram em livros ilustrados que encantam leitores de todas as idades.
Roger Mello | Nasceu em Brasília e mora no Rio de Janeiro. Suas cores fortes e quentes preenchem traços carregados de dramaticidade e espírito lúdico, em um clima brasileiro e alegre. Também se dedica a escrever recontos de lendas e histórias do folclore. Em 2014, ganhou o Prêmio Hans Christian Andersen, o mais importante prêmio infantojuvenil do mundo.
10h | Contação de história, com Camila Canassa | Salão de eventos
10h | Leitura dramática de Machado de Assis, com Movimento Enxame | Auditório Poty Lazzarotto
11h | Oficina “Pinguinhos de morango”, com Tamanini e Cris Souza | Salão de eventos
12h | Oficina “Escrita independente em tempos de internet”, com João Varella | Salão de eventos
13h | Roda de leitura “Conversa de Bicho”, com Célia Cristina | Salão de eventos
14h | Oficina de ilustração com Ingrid Osternack Barros | Salão de eventos
14h | Roda de leitura “Mulher, eu e o outro”, com o Instituto Aurora | Auditório Poty Lazzarotto
15h | Leitura de poemas com Luiz Felipe Leprevost | Salão de eventos
17 DE NOVEMBRO
Literatura afrobrasileira e indígena
diálogo com Cidinha da Silva e Daniel Munduruku
16h | Auditório Poty Lazzarotto
Cidinha da Silva | Mineira formada em História, pratica a escrita criativa desde a infância. Suas obras têm foco em questões raciais e de gênero, educação e juventude. É autora de mais de 25 livros, entre crônicas, contos, poemas, peças teatrais, infantojuvenil e não-ficção. Também trabalha como colunista, educadora e dirigente cultural.
Daniel Munduruku | Filho do povo indígena Munduruku, nasceu em Belém. Tem formação em Filosofia, História, Psicologia e Antropologia. Tem mais de cinco títulos publicados, como Histórias de índio, Coisas de índio e Meu avô Apolinário. Seu trabalho destaca o papel da cultura indígena na formação da sociedade brasileira.
10h | Oficina “Educação inclusiva e literatura infantojuvenil”, com Rafael Furtado | Salão de eventos
11h | Contação de história, com Samara da Rosa | Salão de eventos
12h | Oficina de ilustração, com Guggo Rachwal | Salão de eventos
13h | Oficina de bonecas Abayomi | Salão de eventos
14h | Contação de história, com Camila Canassa | Salão de eventos
14h | Ações poéticas, com o coletivo Marianas | Auditório Poty Lazzarotto
15h | Contação de história, com Elcio di Trento | Salão de eventos
As atividades da Festa Literária são gratuitas e abertas ao público de todas as idades. Para participar basta comparecer no horário e local indicados. Os diálogos com os autores e as oficinas têm vagas limitadas – por ordem de chegada. Será emitido certificado de participação para os diálogos com os autores, para solicitar é preciso preencher o formulário online disponibilizado em www.cultura.pr.gov.br. O evento oferece certificação de participação através de inscrição online: bit.ly/certificado_festaliteraria

Em comemoração aos 10 anos do curso de letras Japonês da UFPR a área de Japonês convidou vários professores do Brasil para palestrar sobre diversos temas acerca do idioma e cultura japonesas!
No dia estaremos lá com nossos livros, não deixem de aproveitar!
PROGRAMAÇÃO
14:00Abertura do evento
14:45Palestra 1Prof.ª Drª Leiko Matsubara Morales (USP) – A evolução do ensino delíngua japonesa no Brasil; pré e pós-guerra, mudanças no perfil doalunado; prospecções futuras
15:45Coffee break
16:15Palestra 2Profª Drª Alice Kiyomi Yagyu (USP) – Sakhalina – Um lugar, em vários tempos.
17:20Palestra 3Prof. Dr. Yuki Mukai (UnB) – As diferenças individuais dos aprendizes deLE: um convite para refletir sobre seu estilo de aprendizagem.
18:30Mesa de comemoração dos 10 anosRepresentante dos alunos egressos.Homenagem à Profª Terumi Koto Bonnet Villalba

Nova edição do workshop realizado em setembro, desta vez atendendo aos pedidos dos que não podem aos sábados.
Após a finalização de um texto, quais são os próximos passos a serem tomados até finalmente cumprir o ciclo editorial: lançar um livro pronto para ser comercializado. Se você é autor independente ou pretende começar sua carreira, precisa conhecer essas etapas.
Nesta oficina, os autores irão saber das etapas editoriais necessárias para produzir um livro, além de entender como é feita a publicação com editoras e principalmente, como se autopublicar. Se você não quer depender de editoras e quer saber como se lançar, este workshop é para isso!
Se você é escritor, quadrinista ou editor e está iniciando no mundo editorial, este workshop é pra você!
Inscrições antecipadas com descontos, clique aqui!

Promovido pela Laboralivros e Editora Urso, com o apoio do Centro Ásia, esta roda de leitura tem como objetivo aproximar o público das histórias tradicionais japonesas e também do trabalho da professora Namekata.
Os mukashi banashi (“Narrativas antigas”) japoneses, da mesma forma que os skáski russos, os fairy tales ingleses, os Märchen alemães, e outros tantos do gênero, consistem em narrativas que fluem no espaço e no imaginário dos homens de todos os tempos e culturas.
Ao sabor do tempo, aquelas narrativas contadas nas frias noites de inverno foram se modificando. No entanto, mantêm-se vivas nas mensagens, latentes em suas palavras, no recôndito do sentimento humano. E, nessa trama do humano, do espacial, do temporal, sobressaem-se as mulheres. Sejam personagens, sejam narradoras, estão sempre ligadas, de alguma forma, a essas histórias: fadas, velhas contando histórias às crianças ao redor do braseiro, bruxas, princesas, mães, esposas…
Programação:
14h30 – Roda de leitura
Leitura compartilhada de contos populares japoneses (entre séc. XII e XVII) que ambientam o universo feminino nas narrativas tradicionais. Estes contos foram recolhidos e traduzidos pela Profª Drª Márcia Namekata. A mediação dos textos será feita por Vladine Barros estudante de letras da UFPR e tradutora da Editora Urso.
15h – Mesa Redonda
A pesquisadora e professora da UFPR, Profª Drª Márcia Namekata irá falar sobre o processo de pesquisa e coleta de contos antigos, bem como a tradução e escolha do tema focado no feminino. Os participantes são convidados a contribuírem com a conversa.
16h30 – Chá e encerramento
Confraternização entre os presentes + sorteio de exemplares do livro Jûsan’nin Isshû: treze poemas do Ogura Hyakunin Isshû.
INSCRIÇÕES
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo sympla (antecipado) ou diretamente no Centro Ásia (no dia). Cada inscrição antecipada dá direito a um brinde especialmente pensado pela Editora Urso, além de um número para participar do sorteio de livros.
SOBRE A PROFª DRª MÁRCIA NAMEKATA
Márcia Hitomi Namekata possui graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado em Letras pela USP. Tem experiência nas áreas de Literatura e Cultura Japonesas, e Teoria Literária e Literatura Comparada, atuando principalmente nos seguintes temas: mukashi banashi (contos antigos japoneses); folclore; literatura japonesa clássica e moderna; teatro japonês. Atualmente é professora doutora na área de Língua e Literatura Japonesa da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Durante a pesquisa de sua tese, ela teve a oportunidade única de recolher estes contos in loco. Atualmente segue no Catarse um projeto de financiamento de um livro com suas traduções, o Irui Kon’in: contos fantásticos do Japão, que finaliza em 16 de dezembro.
SOBRE A TRADUTORA VLADINE BARROS
Estudante de Letras-Japonês pela UFPR, já trabalhou na Casa de Leitura com mediação de leitura e foi uma das fundadoras do grupo de estudos de karuta na UFPR, o Amatsukaze Karuta. Vladine desenvolveu um trabalho de tradução de poesia clássica japonesa sob a orientação da Profª Drª Márcia Hitomi Namekata. Seu trabalho de Iniciação científica se concentrou no estilo da era Heian e mais especificamente na antologia Hyakunin Isshû (Cem Poemas por Cem Poetas), organizada pelo poeta e escrivão Fujiwara no Teika (1162-1241). Em 2018 lançou pela Editora Urso, o livro Jûsan’nin Isshû: treze poemas do Ogura Hyakunin Isshû, com sua pesquisa e a tradução de 13 poemas desta coletânea clássica.
Gostou? 
a gente se encontra em novembro!
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]]>The post A raposa japonesa – ilustração do conto “Kitsune nyôbô” appeared first on Laboralivros.
]]>Para que vocês leitores se inteirem sobre todo um universo diferente do ocidental, a editora Urso produziu uma série de posts que falam sobre os contos tradicionais, as lendas, a cultura e a mulher japonesa.
Neste post, a ilustradora do livro a ser financiado, o Irui Kon’in no mukashi banashi: contos tradicionais japoneses sobre casamentos fantásticos, fala um pouco sobre os personagens ilustrados e suas escolhas estéticas.
A raposa é um animal muito popular dentro da cultura japonesa, é figura comum em contos fantásticos. A chamada kitsune tem poderes místicos que se acreditam relacionados a metamorfose, entre outros. É realmente muito difícil classificar de forma clara o que seriam, e como exatamente se manifestariam esses poderes místicos, visto que em algumas histórias ela pode ser vista como um espírito maligno que pode possuir corpos, em outras, apenas um ser que gosta de brincar com os humanos confundindo-os ao mudar sua forma e os levar ao engano.

A raposa em sua forma humana. Ilustração de Yoshitaka Amano para o livro ilustrado “Os caçadores de sonhos” do inglês, Neil Gaiman
Entretanto, de maneira geral a raposa é encarada com algum respeito. Possivelmente isso se deva ao fato da deusa Inari, do panteão xintoísta japonês, a ter como seu símbolo. Assim, de alguma forma ela empresta sua divindade ao animal, em especial à raposa branca -ou prateada-, que seria, dentro de uma classificação (se isso fosse possível de forma clara, embora não seja) um ser superior aos outros – no caso, às outras raposas. O status então da raposa branca, é comumente ligado ao divino, seria então uma raposa poderosa e de inclinações generosas, possivelmente até bondosas. Por isso é tão comum a representação da kitsune de alto escalão ser feita por uma majestosa raposa branca, conforme podemos ver em pinturas antigas e até mais recentemente em produtos da cultura pop, como livros, animes e games.
De qualquer forma, a kitsune é mesmo muito carismática e suas lendas são populares no Japão desde o século XI, tendo sobre ela histórias registradas no compêndio de narrativas Konjaku Monogatarishû (Antologia de contos do passado) publicada no Período Heian (794-1185). Esta em especifico se trata de um conto popular (mukashi banashi) chamado A Esposa Raposa (Kitsune Nyôbô).
É a história de uma mãe e seu filho, e das coisas incríveis que ele consegue com a ajuda de um pequeno junco mágico que sua mãe o presenteia. Embora ela não esteja presente fisicamente, sua proteção o alcança.
Se você sentir falta de mim
Venha e me procure
Na nascente da
Mata de Shinoda
(trecho de poema citado na novela “Kuzu” de Tanikazi, traduzido por Dirce Miyamura)
Nesta novela escrita por Jun’Ichiro Tanizaki, ele elucida ao leitor sobre uma curiosa ligação entre mãe e filho e a figura da raposa. Pois, esta exata narrativa da província de Kagawa em Shikoku, fala exatamente da mãe raposa que é separada de seu filho. Este trecho do poema se assemelha muito à tradução de Márcia Namekata:
“Como a raposa tinha mil e três anos, não poderia mais ficar ali; deixou então um bilhete onde se lia: ‘Se sentir muitas saudades, vá visitar-me na floresta de Shinoda’.”
A ilustração foi feita pensando em um trecho deste mukashi banashi, quando o menino Dôjimaru encontra sua mãe raposa na mata e recebe um presente. A escolha foi apresentar a mãe com o aspecto da figura humana mesclados à esposa animal, ou seja, os traços de uma raposa e como no conto diz, uma respeitável raposa branca.

trajes masculino e feminino da nobreza da era Heian (794 – 1185)
O conto é possivelmente do período Chûsei (considerado a Idade Média japonesa, que vai do final do século XII até a metade do século XVI), sendo próximo à Era Heian (794-1185) e um período conturbado culturalmente onde a influência estética da chamada “Era Clássica japonesa” era muito forte, busquei apresentar a cosmética daquela época, nas roupas e penteados dos personagens. É interessante, pois ela difere um tanto da figura tradicional de trajes e penteados japoneses aos quais nós, ocidentais, somos mais familiarizados, que são na verdade típicos do Período Edo (século XVII até aproximadamente metade do XIX) em diante.
Este foi o resultado final:

E então, o que acham? A ilustração está prevista para ser a capa do livro 
A campanha está no ar até dia 15 de dezembro! Mas nesta primeira semana (que vai até ao meio dia de quarta feira 23) tem recompensa especial que fizemos para vocês!
Então, convidamos a conhecer o projeto aqui. Apoie! Só com o seu apoio esse projeto pode se tornar realidade!
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]]>The post O projeto Irui Kon’in, de contos fantásticos japoneses será lançado hoje, ao meio dia! appeared first on Laboralivros.
]]>O projeto consiste no financiamento coletivo para o livro de contos tradicionais japoneses Irui kon’in no mukashi banashi: contros tradicionais sobre casamentos fantásticos, pela Editora Urso. A edição traz 21 contos tradicionais, alguns raros, em tradução feita pela professora e pesquisadora Márcia Namekata, além dos contos originais em japonês.

imagem da capa do livro, com ilustração de Lua Bueno Cyríaco
Para os estudantes da língua e cultura nipônica é um material rico para pesquisa (especialmente por ser uma edição bilíngue), mas ele vai além: trata-se de um livro bem planejado que será sem dúvida uma ótima oportunidade para o público geral conhecer mais sobre a cultura antiga japonesa. Se você gosta de contos antigos, contos de fada e fantasia ocidentais, certamente irá se maravilhar com os orientais!
O projeto estará no modelo TUDO OU NADA, ou seja, só poderá ser feito se atingir a meta. Sendo assim, temos de hoje ao meio dia até dia 15 de dezembro para apoiar e fazer esta ideia tornar-se de fato, um belo livro!

presentes embrulhados com a técnica do furoshiki e seus diferentes laços
E para iniciar a campanha com recompensas imperdíveis, a gente criou uma onde você leva o livro com 15% de desconto, acompanhado de um tecido para furoshiki. Sabe o que é? é uma técnica de amarração que permite transformar um pedaço de tecido em bolsas ou belos embrulhos apenas com o uso de nós especiais! Seria um presente ideal para os amantes da cultura japonesa não é? Fica a dica de presente aí! (ah, sim! vai um pequeno manual de como fazer os nós!)
Além dessa recompensa – que atenção, vai estar disponível apenas na primeira semana! -, criamos outras mais, com brindes especiais. Entre eles vale destacar a ecobag caderninho artesanal em encadernação japonesa, com capa estampada, mas ainda existem outras mais!


imagens reais dos itens caderno e bolsa.
Então não deixem de conferir a página do projeto https://catarse.me/iruikonin ao meio dia de hoje para escolher sua recompensa e fazer seu apoio! Lembre que no Catarse, você pode optar por usar boleto ou mesmo dividir o valor no cartão de crédito, e caso o projeto não atinja a meta (deusolivre gente, vamos conseguir ne!?), você recebe seu dinheiro de volta, então é uma forma de apoiar super segura!
Ah, e tem mais, vamos postar várias informações sobre o projeto lá no Catarse (na aba “novidades”) e aqui também, então segue a gente! 
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O nome do livro, Irui Kon’in no mukashi banashi, pode ser traduzido como “contos antigos sobre casamentos transgressores”, pois esta publicação em especial traz histórias tradicionais sobre casamentos entre humanos e seres diferentes: sobrenaturais, celestiais ou animais mágicos. Em especial, essa figura mágica é focada na mulher (uma das intrigantes figuras do imaginário popular tanto oriental quanto ocidental). O lançamento está previsto para Agosto de 2020, durante o XIII Congresso Internacional de Estudos Japoneses no Brasil, que reúne toda a comunidade acadêmica do Brasil, Japão e outros países, que nesta edição irão se encontrar em Brasília.
Os contos recolhidos são originários de diversas partes do Japão remontando desde o século XII até meados do século XVII, sendo o trabalho de pesquisa e tradução feito pela professora e pesquisadora Márcia Namekata – doutora em literatura japonesa pela Universidade de São Paulo (USP), atualmente professora do departamento de Letras japonesas da Universidade Federal do Paraná (UFPR)-, que recolheu essas histórias in loco através de pesquisas em bibliotecas e regiões do Japão. Grande parte dessas histórias são consideradas raras e no Brasil, certamente, muitos sequer ouviram falar de algumas delas, mesmo entre os descendentes.

O ineditismo de grande parte do material e uma produção destinada a adultos em união com o enfoque da mulher na literatura tradicional japonesa – permeando temas como casamento, relacionamento, amor e deveres sociais-, transforma o livro em um importante e interessante material de pesquisa. Contudo, para além disso, esses textos são maneira rica e prolífica de conhecer e desfrutar mais da cultura japonesa.
A editora Urso, levando em consideração a fruição estética do leitor, planejou uma publicação que contará com ilustrações originais, trazendo elementos típicos da cultura da região e da época de que se acredita ser a origem dos contos. Afinal, entre 5 séculos e 9 regiões, existem várias peculiaridades que merecem ser evidenciadas, pois, do contrário que se pensa popularmente, o Japão também tem uma cultura vasta e diversificada.
A campanha de financiamento ficará no ar entre outubro, com o encerramento em dezembro. No projeto, são previstas várias recompensas especiais nos primeiros dias de campanha, além de melhorias e bônus incríveis para as metas estendidas. Acompanhem o perfil do Laboralivros no Catarse para não perder o lançamento!

Então, aguardem! Virão várias informações e conteúdos interessantes sobre o projeto e sobre tudo que o cerca. Podem esperar para se inteirar sobre todo um universo diferente do ocidental, pois a editora Urso produziu uma série de posts que falam sobre os contos tradicionais, as lendas, a cultura e a mulher japonesa e vamos postar todos aqui.
Então, como se diz no Japão: matane*!
*até logo.
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]]>Em Curitiba destaca-se a presença de várias editoras universitárias, mas também lojas, sebos e editoras da cidade, como a Máquina de Escrever.

E é no estande da Máquina de Escrever (localizado na entrada da Rua XV) que vocês poderão encontrar os livros desta editora curitibana, bem como da Kotter Editorial e claro, da Editora Urso e BuruRu, nossas queridas editoras incubadas!
Por isso, ao irem prestigiar a feira, passem no estande da Máquina de Escrever e confiram nossos títulos, que estão todos com 30% de desconto! São eles: Horror Oriental, Jusan’nin Isshû, Autoramente 2018, I put a spell on you e Olhos Verdes!
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]]>The post Julho em Curitiba com várias feiras de livros appeared first on Laboralivros.
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No domingo dia 7 de julho, uma pequena feira literária será feita na Funbox Boardgames, um espaço super maneiro feito para os amantes do jogos de tabuleiro. Lá, você pode escolher um jogo, um mesa e se divertir com os amigos e a família. Dá gosto de ver como ainda existem atividades diferentes para crianças e adultos à disposição, não é? E ainda mais num domingão, que muitas vezes a gente se pergunta “o que fazer hoje?”.
Então além dos jogos e do café, a Laboralivros estará lá com as edições dos livros da Editora Urso e BuruRu e outros mais com vários descontos! Junta à nos, estarão também a nossa parceira Lunares com cadernos e marcadores artesanais e outros mimos de papelaria, e também o pessoal da Telling School, uma escola diferente que produz seus próprios materiais didáticos e paradidáticos, além de oferecer cursos com o uso de animação e desenho!
Confira o evento no facebook e confirme sua presença!
a entrada é franca!

Já no final de semana que vem, mais especificamente no sábado dia 13, vai rolar nossa querida feira de livros Sacolão dos Livros!
Dessa vez, estaremos no charmosíssimo Sunset Café, que além de contar com várias opções de comidinhas diferentes (da oriental até o crepe francês) e um espaço super lindo e agradável (tem varanda, tem mesinha intimista, tem espaço pra galera, olha, é uma graça, estar lá é uma delícia), fica nada mais nada menos que na frente do MON (museu Oscar Niemeyer, mais conhecido como Museu do Olho). Vai ser um sabadão de sol com muita gente e uma paisagem linda!
E temos participações já confirmadas:
Laboralivros (Editora Urso e Editora Bururu) – Incubadora de projetos literários, trará as publicações das microeditoras Editora Urso e Editora BuruRu, além de outros livros, principalmente com temática focada em cultura japonesa.
Lunares – produtos de papelaria artesanais.
Factum – editora especializada em história, possui um acervo de livros sobre aspectos e lugares interessantíssimos em Curitiba e muito mais!
ainda vem mais aí…
Confira o evento no Facebook ou no sympla, e confirme sua presença!
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