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]]>A proposta é financiar o livro “Contos fantásticos coreanos – feiticeiras, fantasmas & outras criaturas mágicas” pelo selo BuruRu. O livro conta com 55 contos registrados entre os séculos XVII e XVIII, ainda inéditos no Brasil.
No início do século XX chegou às mãos do missionário canadense James S. Gale um compêndio de relatos fantásticos e assustadores registrados por Im Bang, um estudioso coreano, discípulo de Song Si-yol, reconhecido acadêmico e escritor da dinastia Joseon.
Sendo assim, por seleção do tradutor, em 1913 foi publicado o livro com os registros de Im Bang e também do literato Yi Riuk.

A organização está por ordem dos registros de Im Bang, seguidos pelos contos de Yi Riuk, sem ignorar as preciosas notas do tradutor, que teve o cuidado de comentar sobre vários dos personagens históricos que aparecem nos contos por vez ou outra. Essas informações sobre personalidades coreanas foram retiradas do livro Gukjo Inmulji, “Registro coreano de homens famosos” e são valiosas pois nos fazem perceber as influências taoístas, budistas e confucionistas tanto das personalidades quanto do autor e da cultura que o cercava à época.
Durante o projeto do Catarse, várias recompensas exclusivas estão sendo ofertadas, mas o destaque vai para o livro, que está com 40% de desconto, podendo chegar até 45% na recompensa especial da primeira semana (que foi prorrogada até dia 30 de junho).

O projeto está na modalidade flex, o que significa que as recompensas serão entregues mesmo que a meta não seja batida (entretanto, no presente momento a campanha conta com 84% da meta alcançada em apenas 7 dias). Além disso, o projeto conta com o apoio do maior curso de coreano do Brasil, o Coreano Online, que se identificou com o projeto e também entrou nessa!
Se você gosta de cultura coreana, ou mesmo de literatura fantástica e tradicional, certamente irá se encantar com este livro que trás histórias de fantasmas, seres sobrenaturais peculiares, feiticeiras, mulheres-gato, viagens astrais e outras coisas curiosas e espantosas. É um livro rico em material de fantasia que pode ser apreciado por todas as idades!
Conheça a campanha clicando aqui!
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]]>The post Livro: Raposas – contos populares orientais appeared first on Laboralivros.
]]>Não deixe de conferir e apoiar, especialmente nos primeiros dias, nos quais há recompensas especiais!
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]]>The post “Raposas: contos populares orientais”, um projeto com enfoque nos contos fantásticos sobre raposas appeared first on Laboralivros.
]]>Em 2017, a organizadora Lua Bueno Cyríaco selecionou quatro contos sobre raposas e fez um e-book. A intenção da pequena compilação era apenas trazer aos leitores brasileiros algumas histórias sobre esse animal fantástico que tanto cativa a muitos de nós. Por isso, durante o ano de 2019 ela dedicou algum tempo à pesquisa e tradução de mais contos orientais sobre raposas, e neste dia 10 de janeiro de 2020, à meia noite lançará a campanha no Catarse para o financiamento do livro em formato físico: “Raposas: contos fantásticos orientais”, pela Editora Urso, com contos da Coréia, China, Japão e do povo Ainu (norte do Japão).

A proposta é trazer os contos em uma encadernação artesanal típica do oriente, usada há séculos entre os povos asiáticos, aqui conhecida como “encadernação japonesa”, remontando uma experiência semelhante às antigas compilações.
Além disso, uma série de marcadores exclusivos com artes desenvolvidas especialmente para este projeto, trazendo a representação das raposas místicas de cada cultura apresentada.
A campanha de financiamento ficará no ar em janeiro com o encerramento em final de fevereiro. No projeto, são previstas recompensas especiais nos primeiros dias de campanha. Acompanhem o perfil do Laboralivros no Catarse para não perder o lançamento!
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]]>The post Algumas observações sobre a mulher na cultura e literatura japonesa appeared first on Laboralivros.
]]>Para que vocês leitores se inteirem sobre todo um universo diferente do ocidental, a editora Urso produziu uma série de textos que falam sobre os contos tradicionais, as lendas, a cultura e a mulher japonesa.
Neste post, vamos pensar e falar um pouco sobre como a figura feminina aparece na mitologia e também na sociedade japonesa e a relação delas com a literatura.
“Nos mukashi banashi – termo que designa tanto as narrativas como o gênero literário – existe uma galeria vasta de personagens; dentre elas, uma que se destaca é a mulher. Considerando-se as figuras femininas que surgem nessas narrativas, pode-se dizer que, ao contrário dos contos maravilhosos e de fadas do Ocidente, onde habitualmente classificam-se em heroínas e vilãs, nas narrativas japonesas esses dois polos não se encontram claramente delineados e suas características, muitas vezes, parecem se mesclar.
Ao sabor do tempo, aquelas narrativas contadas nas frias noites de inverno foram se modificando, tal qual o homem que evoluiu no curso da história. No entanto, mantêm-se vivas nas mensagens, latentes em suas palavras, no recôndito do sentimento humano. E, nessa trama do humano, do espacial, do temporal, sobressaem-se as mulheres. Sejam personagens, sejam narradoras, estão sempre ligadas, de alguma forma, a essas histórias: fadas, velhas contando histórias às crianças ao redor do braseiro, bruxas, princesas, mães, esposas…”
Márcia Namekata
Mas como elas são vistas e apresentadas -não somente nos mukashi banashi, mas nos mais diversos gêneros literários e, por que não-, na cultura japonesa de modo geral?
Analisar a figura feminina na cultura japonesa é tão complexo quanto na ocidental, visto que cada uma tem suas idiossincrasias. Porém enquanto ocidentais, a nossa tendência é se espantar – e algumas vezes escandalizar-se – com a apresentação mundo oriental. Porém, ao conhecer um pouco mais das lendas e história japonesa, conseguimos ver o desenho que foi se formando com o passar do tempo e compreender como ele é visto agora e talvez diminuir o estranhamento.

livro contemporâneo da escritora japonesa Natsuo Kirino – ela revisita a história de izanami e Izanagi.
Acreditamos que, enquanto mukashi banashi (narrativas antigas, ou narrativas tradicionais), os aspectos mostrados vão sempre estar mais próximos das narrativas míticas e por isso é indispensável relembrar o mito fundador do Japão, que traz as figuras da deusa Izanami e do deus Izanagi. Conta a história que no ritual de casamento a deusa se precipitou e convidou ao deus e dessa união nasceu um monstro disforme. Porém, orientados por seres superiores, eles refizeram a cerimônia e, dessa vez, o deus Izanagi que tomou a iniciativa de convidar Izanami e dessa união auspiciosa – e feita da forma correta, segundo instruções divinas superiores – teriam gerado o arquipélago japonês. A mítica de Izanami em alguns trechos é relacionada à um tipo de não subserviência ao marido, ou às regras. Izanagi, por sua vez, também quebra regras, no entanto no final da história, sua punição é bem mais suave em comparação à de Izanami. Temos uma clara apresentação de comportamento subserviente que é esperado (e incentivado) por parte da mulher em relação ao homem; a mulher é quem acompanha, o homem é quem toma a iniciativa e decisões.
No entanto, mesmo com essa apresentação escrita no famoso compêndio Kojiki (“registros de assuntos antigos”) publicado no século VIII, tendo como destaque o registro do mito fundador do Japão, existem várias figuras femininas que ganham um grande destaque e posições de poder.
A primeira delas é a lendária Imperatriz xamãnica Himiko que teria reinado durante o Período Yayoi (189-248). Sua existência é ainda um mistério, mas o que se conta é que ela teria sido a responsável por um bom período de trocas comerciais com a China e tendo sido eleita depois de uma sucessão de reis de Wa (antigo nome relacionado ao Japão). Dessa forma, ela teria sido a precursora do que seria o povo Yamato, que durante muito tempo foi o nome com o qual os japoneses teriam sido identificados.

Imperatriz Jingū, xilogravura por Tsukioka Yoshitoshi (1880)
Depois dela, entretanto, haveria outras poucas – mas bastante relevantes. Entre elas podemos citar Jingû (206-269) outra imperatriz lendária, que tomou o cargo após a morte de seu marido, e é conhecida por ter organizado uma expedição agressiva na península coreana, local conhecido como Reino de Silla. De acordo com o Kojiki e o Nihon Shoki (“crônicas do Japão”), ela liderou as forças japonesas para a primeira batalha fora do Japão. Depois de três anos, ela saiu vitoriosa, e alguns até ousam dizer que Jingu seria uma espécie de Joana d’Arc japonesa, conduzindo seu exército com muita coragem e estratégia. A Imperatriz Gemmei (707-715) tem o grande feito de ter encomendado e produzido o livro Kojiki, fonte considerada um dos mais importantes relatos históricos do Japão, e sem dúvida o mais antigo. Já a Imperatriz Shôtoku – que reinou duas vezes, uma com o nome de Koken de 749 a758, e depois de 764 a770 com o segundo nome–, ficou reconhecida por sua dedicação fervorosa ao budismo, que naquela época ainda não teria ganhado a influência que exerceria no futuro. Seu envolvimento com um sacerdote e sua intenção de abdicar do trono em seu favor resultaram em uma série de medidas que iriam impedir que outras mulheres ocupassem o trono por um longo tempo. Porém, ainda viriam mais duas imperatrizes, Meishô (1629-1643) e Go-Sakuramachi (1762-1770), após ela, a restauração Meiji preferiu seguir o modelo ocidental da Prússia que não permitia que uma mulher subisse ao trono nem em caso de o regente ser muito jovem para o cargo (O que ocorreu com muitas das imperatrizes japonesas, parte delas subiu ao trono e reinou apenas enquanto o regente não era apto para o cargo, em função da idade).
Diante a presença da figura feminina enquanto imperatrizes, mesmo que em número menor que os homens, podemos perceber que, apesar da inicial impressão de fragilidade e cidadã de segundo plano, ainda havia espaço para que uma mulher ocupasse uma posição de poder e que fosse respeitada – se não fosse por ser mulher, por ser imperatriz: sua posição lhe outorgaria respeito.
Certamente, não podemos esquecer também que durante o Período Heian, onde as artes tiveram seu grande florescimento, as mulheres da corte tiveram papel importantíssimo no uso e difusão do primeiro alfabeto originalmente japonês: o hiragana. E isso se dá graças ao fato de muitas delas serem não somente poetas, quanto escritoras de outros gêneros, como os diários (ninki) e as narrativas (monogatari), tendo os dois grandes destaques literários da história japonesa sido escritos por mulheres: o chamado Genji Monogatari (narrativas de Genji), por Murasaki Shikibu, considerado o primeiro “romance” japonês (e alguns também o consideram como o primeiro romance do mundo), e o Makura no Sôshi (O livro do travesseiro) livro de ensaios por Sei Shonagon.

Nota comemorativa de 2000 Yen, lançada no ano de 2000. À esquerda, uma cena do romance Genji Monogatari, e à direita inferior, uma representação de sua criadora Murasaki Shikibu.
Corrobora-se aqui a figura da mulher enquanto transmissora das tradições e cultura, agora não somente de forma oral, mas também escrita. Sua posição social “cai” em relação ao que fora no inicio dos tempos – mulheres e homens tinham funções semelhantes e a diferença de classes era menos discrepante, como é de se observar em muitas civilizações baseadas em agricultura, não somente no oriente –, no entanto sua função social enquanto mulher do povo continua como produtora (no caso de tecido, peças e auxílio na agricultura) e enquanto mulher da corte, como detentora e responsável pela manutenção da arte, mesmo que fossem ainda vistas como um tipo de propriedade da família ou da corte.
E não esqueça de visitar, apoiar e compartilhar o projeto! Estamos agora na marca de 74% e apenas 27 dias restantes! E para incentivar, se conseguirmos chegar aos 100% até o final do dia 30 de novembro, todos os apoiadores (os que já apoiaram e o que irão apoiar) irão ganhar um kit com 2 adesivos feitos com imagens tradicionais de ukyo-e e também 2 ilustrações originais do projeto (em formato virtual para impressão em A3), as quais o apoiador poderá escolher entre as 10 que serão desenvolvidas. Contamos com você para que o livro se torne realidade! 
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]]>The post A raposa japonesa – ilustração do conto “Kitsune nyôbô” appeared first on Laboralivros.
]]>Para que vocês leitores se inteirem sobre todo um universo diferente do ocidental, a editora Urso produziu uma série de posts que falam sobre os contos tradicionais, as lendas, a cultura e a mulher japonesa.
Neste post, a ilustradora do livro a ser financiado, o Irui Kon’in no mukashi banashi: contos tradicionais japoneses sobre casamentos fantásticos, fala um pouco sobre os personagens ilustrados e suas escolhas estéticas.
A raposa é um animal muito popular dentro da cultura japonesa, é figura comum em contos fantásticos. A chamada kitsune tem poderes místicos que se acreditam relacionados a metamorfose, entre outros. É realmente muito difícil classificar de forma clara o que seriam, e como exatamente se manifestariam esses poderes místicos, visto que em algumas histórias ela pode ser vista como um espírito maligno que pode possuir corpos, em outras, apenas um ser que gosta de brincar com os humanos confundindo-os ao mudar sua forma e os levar ao engano.

A raposa em sua forma humana. Ilustração de Yoshitaka Amano para o livro ilustrado “Os caçadores de sonhos” do inglês, Neil Gaiman
Entretanto, de maneira geral a raposa é encarada com algum respeito. Possivelmente isso se deva ao fato da deusa Inari, do panteão xintoísta japonês, a ter como seu símbolo. Assim, de alguma forma ela empresta sua divindade ao animal, em especial à raposa branca -ou prateada-, que seria, dentro de uma classificação (se isso fosse possível de forma clara, embora não seja) um ser superior aos outros – no caso, às outras raposas. O status então da raposa branca, é comumente ligado ao divino, seria então uma raposa poderosa e de inclinações generosas, possivelmente até bondosas. Por isso é tão comum a representação da kitsune de alto escalão ser feita por uma majestosa raposa branca, conforme podemos ver em pinturas antigas e até mais recentemente em produtos da cultura pop, como livros, animes e games.
De qualquer forma, a kitsune é mesmo muito carismática e suas lendas são populares no Japão desde o século XI, tendo sobre ela histórias registradas no compêndio de narrativas Konjaku Monogatarishû (Antologia de contos do passado) publicada no Período Heian (794-1185). Esta em especifico se trata de um conto popular (mukashi banashi) chamado A Esposa Raposa (Kitsune Nyôbô).
É a história de uma mãe e seu filho, e das coisas incríveis que ele consegue com a ajuda de um pequeno junco mágico que sua mãe o presenteia. Embora ela não esteja presente fisicamente, sua proteção o alcança.
Se você sentir falta de mim
Venha e me procure
Na nascente da
Mata de Shinoda
(trecho de poema citado na novela “Kuzu” de Tanikazi, traduzido por Dirce Miyamura)
Nesta novela escrita por Jun’Ichiro Tanizaki, ele elucida ao leitor sobre uma curiosa ligação entre mãe e filho e a figura da raposa. Pois, esta exata narrativa da província de Kagawa em Shikoku, fala exatamente da mãe raposa que é separada de seu filho. Este trecho do poema se assemelha muito à tradução de Márcia Namekata:
“Como a raposa tinha mil e três anos, não poderia mais ficar ali; deixou então um bilhete onde se lia: ‘Se sentir muitas saudades, vá visitar-me na floresta de Shinoda’.”
A ilustração foi feita pensando em um trecho deste mukashi banashi, quando o menino Dôjimaru encontra sua mãe raposa na mata e recebe um presente. A escolha foi apresentar a mãe com o aspecto da figura humana mesclados à esposa animal, ou seja, os traços de uma raposa e como no conto diz, uma respeitável raposa branca.

trajes masculino e feminino da nobreza da era Heian (794 – 1185)
O conto é possivelmente do período Chûsei (considerado a Idade Média japonesa, que vai do final do século XII até a metade do século XVI), sendo próximo à Era Heian (794-1185) e um período conturbado culturalmente onde a influência estética da chamada “Era Clássica japonesa” era muito forte, busquei apresentar a cosmética daquela época, nas roupas e penteados dos personagens. É interessante, pois ela difere um tanto da figura tradicional de trajes e penteados japoneses aos quais nós, ocidentais, somos mais familiarizados, que são na verdade típicos do Período Edo (século XVII até aproximadamente metade do XIX) em diante.
Este foi o resultado final:

E então, o que acham? A ilustração está prevista para ser a capa do livro 
A campanha está no ar até dia 15 de dezembro! Mas nesta primeira semana (que vai até ao meio dia de quarta feira 23) tem recompensa especial que fizemos para vocês!
Então, convidamos a conhecer o projeto aqui. Apoie! Só com o seu apoio esse projeto pode se tornar realidade!
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]]>The post O projeto Irui Kon’in, de contos fantásticos japoneses será lançado hoje, ao meio dia! appeared first on Laboralivros.
]]>O projeto consiste no financiamento coletivo para o livro de contos tradicionais japoneses Irui kon’in no mukashi banashi: contros tradicionais sobre casamentos fantásticos, pela Editora Urso. A edição traz 21 contos tradicionais, alguns raros, em tradução feita pela professora e pesquisadora Márcia Namekata, além dos contos originais em japonês.

imagem da capa do livro, com ilustração de Lua Bueno Cyríaco
Para os estudantes da língua e cultura nipônica é um material rico para pesquisa (especialmente por ser uma edição bilíngue), mas ele vai além: trata-se de um livro bem planejado que será sem dúvida uma ótima oportunidade para o público geral conhecer mais sobre a cultura antiga japonesa. Se você gosta de contos antigos, contos de fada e fantasia ocidentais, certamente irá se maravilhar com os orientais!
O projeto estará no modelo TUDO OU NADA, ou seja, só poderá ser feito se atingir a meta. Sendo assim, temos de hoje ao meio dia até dia 15 de dezembro para apoiar e fazer esta ideia tornar-se de fato, um belo livro!

presentes embrulhados com a técnica do furoshiki e seus diferentes laços
E para iniciar a campanha com recompensas imperdíveis, a gente criou uma onde você leva o livro com 15% de desconto, acompanhado de um tecido para furoshiki. Sabe o que é? é uma técnica de amarração que permite transformar um pedaço de tecido em bolsas ou belos embrulhos apenas com o uso de nós especiais! Seria um presente ideal para os amantes da cultura japonesa não é? Fica a dica de presente aí! (ah, sim! vai um pequeno manual de como fazer os nós!)
Além dessa recompensa – que atenção, vai estar disponível apenas na primeira semana! -, criamos outras mais, com brindes especiais. Entre eles vale destacar a ecobag caderninho artesanal em encadernação japonesa, com capa estampada, mas ainda existem outras mais!


imagens reais dos itens caderno e bolsa.
Então não deixem de conferir a página do projeto https://catarse.me/iruikonin ao meio dia de hoje para escolher sua recompensa e fazer seu apoio! Lembre que no Catarse, você pode optar por usar boleto ou mesmo dividir o valor no cartão de crédito, e caso o projeto não atinja a meta (deusolivre gente, vamos conseguir ne!?), você recebe seu dinheiro de volta, então é uma forma de apoiar super segura!
Ah, e tem mais, vamos postar várias informações sobre o projeto lá no Catarse (na aba “novidades”) e aqui também, então segue a gente! 
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]]>The post O projeto Irui Kon’in – um livro de contos tradicionais fantásticos focados no feminino appeared first on Laboralivros.
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O nome do livro, Irui Kon’in no mukashi banashi, pode ser traduzido como “contos antigos sobre casamentos transgressores”, pois esta publicação em especial traz histórias tradicionais sobre casamentos entre humanos e seres diferentes: sobrenaturais, celestiais ou animais mágicos. Em especial, essa figura mágica é focada na mulher (uma das intrigantes figuras do imaginário popular tanto oriental quanto ocidental). O lançamento está previsto para Agosto de 2020, durante o XIII Congresso Internacional de Estudos Japoneses no Brasil, que reúne toda a comunidade acadêmica do Brasil, Japão e outros países, que nesta edição irão se encontrar em Brasília.
Os contos recolhidos são originários de diversas partes do Japão remontando desde o século XII até meados do século XVII, sendo o trabalho de pesquisa e tradução feito pela professora e pesquisadora Márcia Namekata – doutora em literatura japonesa pela Universidade de São Paulo (USP), atualmente professora do departamento de Letras japonesas da Universidade Federal do Paraná (UFPR)-, que recolheu essas histórias in loco através de pesquisas em bibliotecas e regiões do Japão. Grande parte dessas histórias são consideradas raras e no Brasil, certamente, muitos sequer ouviram falar de algumas delas, mesmo entre os descendentes.

O ineditismo de grande parte do material e uma produção destinada a adultos em união com o enfoque da mulher na literatura tradicional japonesa – permeando temas como casamento, relacionamento, amor e deveres sociais-, transforma o livro em um importante e interessante material de pesquisa. Contudo, para além disso, esses textos são maneira rica e prolífica de conhecer e desfrutar mais da cultura japonesa.
A editora Urso, levando em consideração a fruição estética do leitor, planejou uma publicação que contará com ilustrações originais, trazendo elementos típicos da cultura da região e da época de que se acredita ser a origem dos contos. Afinal, entre 5 séculos e 9 regiões, existem várias peculiaridades que merecem ser evidenciadas, pois, do contrário que se pensa popularmente, o Japão também tem uma cultura vasta e diversificada.
A campanha de financiamento ficará no ar entre outubro, com o encerramento em dezembro. No projeto, são previstas várias recompensas especiais nos primeiros dias de campanha, além de melhorias e bônus incríveis para as metas estendidas. Acompanhem o perfil do Laboralivros no Catarse para não perder o lançamento!

Então, aguardem! Virão várias informações e conteúdos interessantes sobre o projeto e sobre tudo que o cerca. Podem esperar para se inteirar sobre todo um universo diferente do ocidental, pois a editora Urso produziu uma série de posts que falam sobre os contos tradicionais, as lendas, a cultura e a mulher japonesa e vamos postar todos aqui.
Então, como se diz no Japão: matane*!
*até logo.
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]]>The post A primeira bienal a gente nunca esquece! Lançamento da edição ampliada do primeiro sucesso da BuruRu em parceria com a Luva appeared first on Laboralivros.
]]>É na XIX Bienal Internacional do Livro Rio 2019, entre os dias 30 de agosto a 8 de setembro, que haverá o lançamento do livro Horror Oriental – Edição Ampliada, uma parceria entre a Editora BuruRu (Curitiba) e a Luva Editora (Rio de Janeiro).
No ano de 2018, o livro Horror Oriental – contos populares, fantásticos e sobrenaturais foi lançado em Novembro através do sucesso do financiamento coletivo no Catarse. O livro trata-se de uma coletânea de contos de autores orientais datados do século III ao XIX que utilizaram das figuras folclóricas sobrenaturais para compor seus contos, ou mesmo são narrativas populares há muito difundidas entre esses povos.
Nessa coletânea, contos da região da China registrados por Gan Bao (285-366), Pu Songling (1640-1715), Koizumi Yakumo (1850-1904) e Basil Hall Chamberlain (1850-1935). Da Coréia, Im Bang (1640-1722) traz os relatos fantásticos à ele revelados por conhecidos.
Na edição em parceria com a Luva Editora, foram acrescentados contos japoneses registrados por Richard Gordon Smith (1858 – 1918) e mais contos coreanos de Im Bang. Além disso, a edição contará com as ilustrações em cada início de história e o formato está diferente, medindo 14cm X 21cm, maior em relação à edição anterior.

Fantasmas que sangram, cadáveres deambulantes que perseguem implacavelmente os vivos, demônios escondidos sob peles humanas, animais fantásticos, monstros hediondos que atacam os viajantes nas estradas, monges que lutam contra o maligno, aparições e vinganças de além túmulo… Eis o universo sobrenatural e imensamente macabro que permeia a literatura fantástica oriental.
Este projeto de traduções inéditas pretende trazer ao leitor de língua portuguesa um pouco mais do universo fantástico, sobrenatural e sinistro do mundo oriental, em especial dessas três culturas que por séculos mantiveram profundo intercâmbio cultural.
O livro estará disponível no estande da Coesão Independente, no pavilhão verde, Rua N N110, quase em frente à Calçada Literária. E uma notícia bacana é que lá você pode usar o Cartão Bienal, iniciativa dos organizadores da feira com as Secretarias de Educação do nosso estado. Portanto, escolas e estudantes podem adquirir livros usando esses cartões especialmente distribuídos para o evento.
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]]>The post Horror Oriental: as origens das histórias de fantasma, ou lendas urbanas da antiguidade appeared first on Laboralivros.
]]>Pois bem, as creepypastas são um fenômeno atual, difundidas graças à internet, mas faz tempo que as pessoas contam sobre histórias sobrenaturais. O costume de contar histórias é antigo, e atualmente existem vários profissionais que realizam contações, geralmente de histórias tradicionais, folclóricas, mitológicas. Porém, o enfoque na história sobrenatural que envolva algum elemento de horror, nem sempre faz sucesso entre os eventos dos contadores (muitas vezes voltados à crianças).
Mas à parte isso, o nosso interesse pelo assunto se mantém há eras. O que hoje consideramos lendas urbanas, pode ter tido inicio em uma história tradicional.
Por isso, ao entrar em contato com o trabalho de Paulo Soriano, a editora da BuruRu, Lua Bueno Cyríaco começou a desenvolver um projeto focado no conto popular de caráter sobrenatural, segundo ela: “costumo pesquisar bastante sobre o conto maravilhoso em si, e levada por esse gosto pelo caráter antigo, primal, pensei que seria muito interessante coletar antigas histórias de fantasmas, por assim dizer, e compilar em uma edição”.
E esse trabalho organizado por ela reuniu contos chineses, japoneses e coreanos, dentre o século III e XIX. É realmente impressionante o quão antigas podem ser as histórias (gente, século III, vocês conseguem medir isso? é tempo demais!), e graças à pesquisa e tradução de Paulo Soriano o público brasileiro tem acesso à essas narrativas – nunca antes traduzidas para o português brasileiro.
Nós do Laboralivros ficamos muito felizes em ter participado um pouquinho desse projeto ao gerenciar a campanha no Catarse para o financiamento deste livro e ter contribuído para o primeiro lançamento da Editora BuruRu.
Se você quer conhecer mais sobre o livro e a BuruRu, acesse aqui o link.
E não percam a oportunidade de conhecer o que há de tão interessante e diferente nas narrativas asiáticas, e quando descobrirem, venham comentar aqui com a gente! 
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