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]]>É na XIX Bienal Internacional do Livro Rio 2019, entre os dias 30 de agosto a 8 de setembro, que haverá o lançamento do livro Horror Oriental – Edição Ampliada, uma parceria entre a Editora BuruRu (Curitiba) e a Luva Editora (Rio de Janeiro).
No ano de 2018, o livro Horror Oriental – contos populares, fantásticos e sobrenaturais foi lançado em Novembro através do sucesso do financiamento coletivo no Catarse. O livro trata-se de uma coletânea de contos de autores orientais datados do século III ao XIX que utilizaram das figuras folclóricas sobrenaturais para compor seus contos, ou mesmo são narrativas populares há muito difundidas entre esses povos.
Nessa coletânea, contos da região da China registrados por Gan Bao (285-366), Pu Songling (1640-1715), Koizumi Yakumo (1850-1904) e Basil Hall Chamberlain (1850-1935). Da Coréia, Im Bang (1640-1722) traz os relatos fantásticos à ele revelados por conhecidos.
Na edição em parceria com a Luva Editora, foram acrescentados contos japoneses registrados por Richard Gordon Smith (1858 – 1918) e mais contos coreanos de Im Bang. Além disso, a edição contará com as ilustrações em cada início de história e o formato está diferente, medindo 14cm X 21cm, maior em relação à edição anterior.

Fantasmas que sangram, cadáveres deambulantes que perseguem implacavelmente os vivos, demônios escondidos sob peles humanas, animais fantásticos, monstros hediondos que atacam os viajantes nas estradas, monges que lutam contra o maligno, aparições e vinganças de além túmulo… Eis o universo sobrenatural e imensamente macabro que permeia a literatura fantástica oriental.
Este projeto de traduções inéditas pretende trazer ao leitor de língua portuguesa um pouco mais do universo fantástico, sobrenatural e sinistro do mundo oriental, em especial dessas três culturas que por séculos mantiveram profundo intercâmbio cultural.
O livro estará disponível no estande da Coesão Independente, no pavilhão verde, Rua N N110, quase em frente à Calçada Literária. E uma notícia bacana é que lá você pode usar o Cartão Bienal, iniciativa dos organizadores da feira com as Secretarias de Educação do nosso estado. Portanto, escolas e estudantes podem adquirir livros usando esses cartões especialmente distribuídos para o evento.
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]]>The post H. H. Holmes e Sherlock Holmes: o primeiro assassino em série da América escolhera seu pseudônimo como homenagem? appeared first on Laboralivros.
]]>Sendo assim, o pessoal da editora preparou uma série de textos com várias curiosidades sobre essa figura terrivelmente interessante.
Já postamos aqui sobre o porque existiam tanto roubos de cadáveres no século XIX, e também sobre Serial Killers, além do texto oficial de lançamento da campanha.
Hoje, dia 1º de abril, conhecido como o dia da mentira, é claro que não poderíamos deixar de falar dele, afinal um estelionatário tem por definição ser um grandessíssimo mentiroso!
Para poder pagar o curso de medicina, o ainda Herman Webster Mudgett, passou a roubar esqueletos e cadáveres, desfigurá-los e desmembrá-los para então revender a laboratórios e outras universidades. Mesmo depois de formado, casado e exercendo função como educador da área médica, os problemas em elevar seus ganhos realimentaram o vício pelas fraudes. Ele abandona a família e foge com uma amante. Realiza um seguro de vida e busca incessantemente uma forma para forjar a própria morte. A melhor possibilidade era utilizar um corpo “fresco” para o sucesso de seu plano: assim engana um antigo colega de faculdade, o envenena e desfigura lhe o rosto para contornar as investigações. O veste em suas roupas e com seus documentos, facilitando a identificação às autoridades que o encontrassem e se desfaz do corpo. Tentando evitar a exposição dos esquemas prévios, passou a assinar com pseudônimos e, logo antes de se mudar para Chicago, autodenomina-se Henry H. Holmes.
Apesar da consideração que ele era um fã dos livros de Doyle, e por essa razão adotou o sobrenome do grande detetive, fontes indicam que a cronologia desse fato é praticamente impossível. Um Estudo em Vermelho, o livro de origem de Sherlock, é publicado em novembro de 1887 em terras inglesas e só recebe a devida notoriedade pelas continuações em 1891. Enquanto isso o médico e farmacêutico já era conhecido por Dr. Holmes em meados de 1886 no continente americano. Ao que parece, existe outra fonte de inspiração para o notório assassino: Oliver Wendell Holmes, nascido em 1809, era um doutor e professor conhecido das Faculdades de Medicina de Harvard e de Paris. Provavelmente, enquanto cursava o ensino superior, Herman Mudgett teve conhecimento do brilhante profissional que existia no estado vizinho ao que nascera e, por coincidência, Conan Doyle, conhecera a mesma figura pelo seu status de professor e escritor na época de fontes parisienses. Entretanto, dificilmente, poderia se dizer que o contrário aconteceu e o Professor nunca tenha lido nem os jornais com as atrocidades, nem mesmo o romance policial.
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]]>The post Horror Oriental: as origens das histórias de fantasma, ou lendas urbanas da antiguidade appeared first on Laboralivros.
]]>Pois bem, as creepypastas são um fenômeno atual, difundidas graças à internet, mas faz tempo que as pessoas contam sobre histórias sobrenaturais. O costume de contar histórias é antigo, e atualmente existem vários profissionais que realizam contações, geralmente de histórias tradicionais, folclóricas, mitológicas. Porém, o enfoque na história sobrenatural que envolva algum elemento de horror, nem sempre faz sucesso entre os eventos dos contadores (muitas vezes voltados à crianças).
Mas à parte isso, o nosso interesse pelo assunto se mantém há eras. O que hoje consideramos lendas urbanas, pode ter tido inicio em uma história tradicional.
Por isso, ao entrar em contato com o trabalho de Paulo Soriano, a editora da BuruRu, Lua Bueno Cyríaco começou a desenvolver um projeto focado no conto popular de caráter sobrenatural, segundo ela: “costumo pesquisar bastante sobre o conto maravilhoso em si, e levada por esse gosto pelo caráter antigo, primal, pensei que seria muito interessante coletar antigas histórias de fantasmas, por assim dizer, e compilar em uma edição”.
E esse trabalho organizado por ela reuniu contos chineses, japoneses e coreanos, dentre o século III e XIX. É realmente impressionante o quão antigas podem ser as histórias (gente, século III, vocês conseguem medir isso? é tempo demais!), e graças à pesquisa e tradução de Paulo Soriano o público brasileiro tem acesso à essas narrativas – nunca antes traduzidas para o português brasileiro.
Nós do Laboralivros ficamos muito felizes em ter participado um pouquinho desse projeto ao gerenciar a campanha no Catarse para o financiamento deste livro e ter contribuído para o primeiro lançamento da Editora BuruRu.
Se você quer conhecer mais sobre o livro e a BuruRu, acesse aqui o link.
E não percam a oportunidade de conhecer o que há de tão interessante e diferente nas narrativas asiáticas, e quando descobrirem, venham comentar aqui com a gente! 
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