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]]>A proposta é financiar o livro “Contos fantásticos coreanos – feiticeiras, fantasmas & outras criaturas mágicas” pelo selo BuruRu. O livro conta com 55 contos registrados entre os séculos XVII e XVIII, ainda inéditos no Brasil.
No início do século XX chegou às mãos do missionário canadense James S. Gale um compêndio de relatos fantásticos e assustadores registrados por Im Bang, um estudioso coreano, discípulo de Song Si-yol, reconhecido acadêmico e escritor da dinastia Joseon.
Sendo assim, por seleção do tradutor, em 1913 foi publicado o livro com os registros de Im Bang e também do literato Yi Riuk.

A organização está por ordem dos registros de Im Bang, seguidos pelos contos de Yi Riuk, sem ignorar as preciosas notas do tradutor, que teve o cuidado de comentar sobre vários dos personagens históricos que aparecem nos contos por vez ou outra. Essas informações sobre personalidades coreanas foram retiradas do livro Gukjo Inmulji, “Registro coreano de homens famosos” e são valiosas pois nos fazem perceber as influências taoístas, budistas e confucionistas tanto das personalidades quanto do autor e da cultura que o cercava à época.
Durante o projeto do Catarse, várias recompensas exclusivas estão sendo ofertadas, mas o destaque vai para o livro, que está com 40% de desconto, podendo chegar até 45% na recompensa especial da primeira semana (que foi prorrogada até dia 30 de junho).

O projeto está na modalidade flex, o que significa que as recompensas serão entregues mesmo que a meta não seja batida (entretanto, no presente momento a campanha conta com 84% da meta alcançada em apenas 7 dias). Além disso, o projeto conta com o apoio do maior curso de coreano do Brasil, o Coreano Online, que se identificou com o projeto e também entrou nessa!
Se você gosta de cultura coreana, ou mesmo de literatura fantástica e tradicional, certamente irá se encantar com este livro que trás histórias de fantasmas, seres sobrenaturais peculiares, feiticeiras, mulheres-gato, viagens astrais e outras coisas curiosas e espantosas. É um livro rico em material de fantasia que pode ser apreciado por todas as idades!
Conheça a campanha clicando aqui!
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]]>A Semana Literária Sesc chega à sua 38ª edição. Desde 2006, o evento adotou um formato inovador: é realizado simultaneamente em várias cidades do estado. Em 2019, acontece em Curitiba e outros 23 municípios paranaenses. Este modelo de realização possibilitou a criação de uma vasta rede de programação que se espalha por todo o Paraná. Pensada Leia mais sobreEditora Urso e BuruRu na 38° Semana Literária do SESC & XVII Feira do livro Editora UFPR[…]
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]]>Em Curitiba destaca-se a presença de várias editoras universitárias, mas também lojas, sebos e editoras da cidade, como a Máquina de Escrever.

E é no estande da Máquina de Escrever (localizado na entrada da Rua XV) que vocês poderão encontrar os livros desta editora curitibana, bem como da Kotter Editorial e claro, da Editora Urso e BuruRu, nossas queridas editoras incubadas!
Por isso, ao irem prestigiar a feira, passem no estande da Máquina de Escrever e confiram nossos títulos, que estão todos com 30% de desconto! São eles: Horror Oriental, Jusan’nin Isshû, Autoramente 2018, I put a spell on you e Olhos Verdes!
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]]>É na XIX Bienal Internacional do Livro Rio 2019, entre os dias 30 de agosto a 8 de setembro, que haverá o lançamento do livro Horror Oriental – Edição Ampliada, uma parceria entre a Editora BuruRu (Curitiba) e a Luva Editora (Rio de Janeiro).
No ano de 2018, o livro Horror Oriental – contos populares, fantásticos e sobrenaturais foi lançado em Novembro através do sucesso do financiamento coletivo no Catarse. O livro trata-se de uma coletânea de contos de autores orientais datados do século III ao XIX que utilizaram das figuras folclóricas sobrenaturais para compor seus contos, ou mesmo são narrativas populares há muito difundidas entre esses povos.
Nessa coletânea, contos da região da China registrados por Gan Bao (285-366), Pu Songling (1640-1715), Koizumi Yakumo (1850-1904) e Basil Hall Chamberlain (1850-1935). Da Coréia, Im Bang (1640-1722) traz os relatos fantásticos à ele revelados por conhecidos.
Na edição em parceria com a Luva Editora, foram acrescentados contos japoneses registrados por Richard Gordon Smith (1858 – 1918) e mais contos coreanos de Im Bang. Além disso, a edição contará com as ilustrações em cada início de história e o formato está diferente, medindo 14cm X 21cm, maior em relação à edição anterior.

Fantasmas que sangram, cadáveres deambulantes que perseguem implacavelmente os vivos, demônios escondidos sob peles humanas, animais fantásticos, monstros hediondos que atacam os viajantes nas estradas, monges que lutam contra o maligno, aparições e vinganças de além túmulo… Eis o universo sobrenatural e imensamente macabro que permeia a literatura fantástica oriental.
Este projeto de traduções inéditas pretende trazer ao leitor de língua portuguesa um pouco mais do universo fantástico, sobrenatural e sinistro do mundo oriental, em especial dessas três culturas que por séculos mantiveram profundo intercâmbio cultural.
O livro estará disponível no estande da Coesão Independente, no pavilhão verde, Rua N N110, quase em frente à Calçada Literária. E uma notícia bacana é que lá você pode usar o Cartão Bienal, iniciativa dos organizadores da feira com as Secretarias de Educação do nosso estado. Portanto, escolas e estudantes podem adquirir livros usando esses cartões especialmente distribuídos para o evento.
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Maneki Neko ou “gato da sorte”
O Maneki Café em Curitiba é um desses exemplos. Eles apostaram em servir não só os tradicionais salgados e bebidas, como também pratos de origem japonesa. Lanches como o famoso doce dorayaki, manju e o sanduíche tonkatsu, e várias outras opções de culinária japonesa voltada para cafés. Além disso, o espaço tem como tema o gatinho que o nomeia, símbolo de boa sorte e sem sombra de dúvidas, um dos animais que os japoneses mais gostam!
Um outro diferencial do espaço, e que nos fez conhecê-lo, é a iniciativa de promoção de cultura – especialmente japonesa, mas não somente – como oferta de espaço para pequenos workshops e apresentações.
Nesta sexta dia 05 de julho, nossa colega Lua Bueno Cyríaco (artista gráfica e co-editora da Urso e BuruRu) promoveu, no Maneki Café, uma apresentação dos alunos do curso de extensão sobre kamishibai, realizado semestralmente pelas professoras Satomi Oishi Azuma e Márcia Hitomi Namekata da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

kamishibai no Maneki Café por Victoria Toscani e Leonardo Vinícius, alunos da UFPR.
O kamishibai é um formato de contação de histórias originário do Japão, que se popularizou muito no período pós-guerra. Nele, utiliza-se o auxílio de lâminas com desenhos dispostas em um tipo de mini-palco, que o kamishibaya (o contador de histórias de kamishibai) passa enquanto conta a história, fazendo vozes e efeitos sonoros. A face ilustrada fica voltada ao público, enquanto a história em si, fica voltada para o contador.
Os responsáveis pela apresentação desta sexta feira foram os alunos de letras japonês da UFPR – e também participantes do curso de extensão de kamishibai-, Victoria Toscani e Leonardo Vinícius. No curso, além de aprender sobre o kamishibai, realizam junto aos professores traduções de histórias tradicionais japonesas (mukashi banashi), contos que muitas vezes remontam de mais de 5 séculos no passado!
Durante o dia, várias pessoas vieram especialmente para a apresentação, mas também havia quem chegasse no café e se sentisse curioso com o que estava acontecendo. Os participantes juntaram as mesas a fim de ficarem mais próximos para ver e ouvir as histórias tradicionais que falavam de viagens mágicas, ratinhos e cachorros fantásticos e sobre como agir com gratidão.
Ao final, todos ficaram bem satisfeitos, e é certo que a Victoria e o Leonardo voltarão mais vezes para contar novas histórias para um novo público (talvez o antigo também apareça novamente, quem sabe) e também para outras ações de promoção da cultura e língua japonesa!
O próximo workshop com o qual estamos envolvidos será o de mangá, dessa vez ministrado pela Lua Bueno Cyríaco, no dia 20 de julho, das 10h às 11h30 voltado para os que curtem o estilo de desenho japonês, de todas as idades a partir de 6 anos.
O workshop será destinado aos iniciantes e a proposta é aprender a desenhar um chibi, um tipo de desenho que deforma as proporções, deixando os personagens com uma aparência mais fofa, um recurso muitíssimo usado e apreciado pelos fãs do gênero.
Não precisa se preocupar se você não sabe desenhar, a professora irá passar a forma mais simples de seguir a proporção e poder começar a se divertir com seus próprios traços! Por isso, para essa oficina você só precisará levar seu entusiasmo e a colaboração de R$20 (inscrição no local), que custeará material e também dá direito a um delicioso lanche do Maneki Café (o dorayaki é a estrela desses lanchinhos). Mas atenção, as vagas são limitadas a apenas 7 participantes.
Para realizar sua inscrição antecipada (com opções que dão direito a um fofo copo de café estampado com desenho exclusivo da Lua ou uma cadernetinha artesanal), basta acessar ao sympla!
E além do workshop, nós temos o prazer de selar essa parceria – que não fica por aqui, ainda virão várias coisas – dizendo que o Maneki Café é agora um ponto de venda das Editoras Urso e BuruRu!
Em um cenário com cada vez menos livrarias pequenas e de bairro, os cafés acabam sendo também um refúgio daqueles que buscam uma boa leitura, e em especial no Maneki Café, agora você poderá conhecer mais de perto o trabalho das duas microeditoras curitibanas.
Visite o Maneki Café, que fica da Av. Marechal Floriano Peixoto, 815 (a poucos metros do Maneki Lámen, bem próximo ao Shopping Estação) e prove um pouco mais da cultura e gastronomia japonesas 

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]]>Dia 8 de junho foi lançada a campanha para financiamento coletivo do livro O Arranca-línguas & outros monstros pela equipe da BuruRu e pelo autor Fabio Alex.

Muito mais que uma história de horror brasileira
Até mesmo os contos de fada têm seu lado obscuro. E na cultura brasileira, existem muitos, repletos de personagens macabros, inclusive se fazendo como reais graças às crenças do povo e seu comportamento.
O que dizer então quando um jovem rapaz se vê cercado por dois grandes pavores: um ser mítico que pode devorá-lo de forma animalesca, e sua família conservadora descobrir sobre sua sexualidade “desalinhada”? Acredite, ambos podem ser terrivelmente avassaladores para um adolescente solitário.
Segundo o autor “A história do Arranca-línguas narra o cotidiano do adolescente Brendom, que possui um verdadeiro pavor que sua família descubra sua sexualidade. Nesse contexto, é onde entra a lenda folclórica do monstro Arranca-línguas, o devorador de mentiras, que se torna uma ameaça para o protagonista, tanto no sentido metafórico quanto fisicamente. Até próximo as páginas finais, fica a dúvida: será o monstro real, ou um crescente delírio psicológico nascido da culpa e do medo?”
O incômodo do medo
Tradicionalmente uma história de horror fala do medo que o sobrenatural ou o desconhecido causa. No entanto, ao abordar a realidade de um adolescente vindo de uma família tradicional e sua descoberta da homossexualidade, é impossível não pensar que isso também pode se tratar de uma história de terror. Afinal, o componente principal é o mesmo.
E neste texto, Fabio Alex lança mão de sua experiência pessoal e a de tantos outros como ele – e como o jovem protagonista do livro – como referência e inspiração para transcrever uma narrativa que se baseia no medo. O medo inconsciente do sobrenatural, sim, afinal há algo de muito estranho acontecendo na cidade e seus arredores – jovens estão sendo encontrados mortos sem suas línguas –, mas principalmente o medo não do desconhecido, mas do bem definido julgamento social, que pode levar ao ostracismo ou, em casos mais extremos, à morte.
Uma história de terror com seres mitológicos nacionais e temática gay em uma grande exposição nacional
É com a premissa de abordar a temática gay e explorar as lendas urbanas de nosso próprio território que o livro O Arranca-línguas & outros monstros quer participar do maio evento de literatura de Terror: a Horror Expo 2019.
“Além da óbvia representatividade e de discutir temas relacionados ao universo LGBT, ao mesmo tempo em que valoriza nossa cultura ao abordar criaturas de nosso folclore, O Arranca-línguas também nasceu da minha necessidade de consumir mídias com protagonistas LGBT que fugissem um pouco dos temas focados apenas no romance, drama e erotismo (mesmo que ainda carregue parte desses elementos em um nível ou outro). É uma história de horror psicológico e de monstros, que não deixa de possuir um convite a reflexão sobre a realidade de jovens gays brasileiros, que por si só pode ser mais assustadora do que muitos filmes de terror da cultura pop”, diz Fabio Alex.
Uma grande chance de expor o livro de estreia no formato tradicional impresso do autor independente Fabio Alex e levar uma temática significante aos leitores do gênero de horror!
Temos até dia 3 de agosto!
Ajude o projeto a tornar-se realidade e tenha um material original para ler no Halloween! Nós preparamos recompensas super legais como e-books, ilustrações, comissions e muito mais!



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]]>The post Horror Oriental: as origens das histórias de fantasma, ou lendas urbanas da antiguidade appeared first on Laboralivros.
]]>Pois bem, as creepypastas são um fenômeno atual, difundidas graças à internet, mas faz tempo que as pessoas contam sobre histórias sobrenaturais. O costume de contar histórias é antigo, e atualmente existem vários profissionais que realizam contações, geralmente de histórias tradicionais, folclóricas, mitológicas. Porém, o enfoque na história sobrenatural que envolva algum elemento de horror, nem sempre faz sucesso entre os eventos dos contadores (muitas vezes voltados à crianças).
Mas à parte isso, o nosso interesse pelo assunto se mantém há eras. O que hoje consideramos lendas urbanas, pode ter tido inicio em uma história tradicional.
Por isso, ao entrar em contato com o trabalho de Paulo Soriano, a editora da BuruRu, Lua Bueno Cyríaco começou a desenvolver um projeto focado no conto popular de caráter sobrenatural, segundo ela: “costumo pesquisar bastante sobre o conto maravilhoso em si, e levada por esse gosto pelo caráter antigo, primal, pensei que seria muito interessante coletar antigas histórias de fantasmas, por assim dizer, e compilar em uma edição”.
E esse trabalho organizado por ela reuniu contos chineses, japoneses e coreanos, dentre o século III e XIX. É realmente impressionante o quão antigas podem ser as histórias (gente, século III, vocês conseguem medir isso? é tempo demais!), e graças à pesquisa e tradução de Paulo Soriano o público brasileiro tem acesso à essas narrativas – nunca antes traduzidas para o português brasileiro.
Nós do Laboralivros ficamos muito felizes em ter participado um pouquinho desse projeto ao gerenciar a campanha no Catarse para o financiamento deste livro e ter contribuído para o primeiro lançamento da Editora BuruRu.
Se você quer conhecer mais sobre o livro e a BuruRu, acesse aqui o link.
E não percam a oportunidade de conhecer o que há de tão interessante e diferente nas narrativas asiáticas, e quando descobrirem, venham comentar aqui com a gente! 
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