PRÉ-VENDA: Meia com Amargo – W. Teca

ACESSE AQUI O LINK PARA ADQUIRIR!

Editora: Urso

Ano: 2019, 120 páginas.

Meia com amargo. Trata-se de uma bebida feita de cachaça com raiz forte, nos melhores botecos “cospe grosso” (em alguns lugares também conhecido como copo-sujo, bodega ou pé-sujo) é cachaça com underberg, mesmo.

“Entre o delírio que se atinge no excesso de álcool e fármacos, com café, cigarros ou cansaço, para atingir a Sabedoria, ou o delírio da experiência da vida realmente vivida onde se chega ao Palácio das Realidades, os versos de Teca, outra vez igual a Augusto dos Anjos e Marcos Prado, são o grito de um Prometeu sertanejo (titã adorado pelo casal Shelley e que também serve como representação do Poeta) cujo fígado é devorado pela metrópole voraz e demonstra sua resistência numa enxurrada de insignificâncias.” Como diz o também poeta, Ricardo Pozzo (que prefacia este livro).

E esta é a proposta de William Teca, poeta curitibano, que participou da cena ativamente desde os anos 90, tendo a oportunidade de compartilhar a mesa com outros poetas e adquirir do convívio com a boemia curitibana uma voz singular.

“Teca insere-se numa tradição de poetas curitibanos que transitam livres entre botecos e bibliotecas, cultivam com bom desdém as normas da língua portuguesa e mantêm sempre um grão de lucidez em meio ao elevado grau de álcool. (…)

Gatos pardos, poetas bandidos, sujeitos sinistros, são autores noturnos, que fazem “romance” com os lances da própria vida, de maneira a não sabermos muito bem onde termina a biografia e onde começa a ficção. Teca é um poeta lírico, mas um lírico que toca o sórdido, e não tem pudor de escancarar intimidades meio inconfessáveis, por vezes com o bom tempero da auto-ironia: “como bom covarde que me sei / prefiro um suicídio lento / porque porcos poetas se fazem / cozinhando o galo em banho maria”. Ou, em chave auto-reflexiva, metaliterária: “sim buana / poemas são sobre poemas / este poema (por exemplo) / só fala de si mesmo / (poetas só falam de si mesmos) / o resto é fruto de ressacas mal curadas”. Como o poeta Marcelo Sandmann diz no prefácio do livro Sinistros Insones (primeira publicação de w. teca, já esgotada)

(…)Mas se a poesia de Teca prefere quase sempre o registro coloquial e cotidiano, num ritmo rente à prosa, por vezes encontramos também momentos de dicção mais solene, mais elevada, que contradizem as intenções mais explícitas do autor e propõem um bom contraponto.”

Como diz o artista, do sagrado ao profano.

LIVRO DISPONÍVEL À VENDA ATRAVÉS DO CATARSE NA MODALIDADE FLEX (ou seja, ao adquirir uma recompensa com o livro você a receberá independente do projeto atingir a meta. previsão de entrega dos livros é de Novembro de 2019, podendo ser antecipada caso atinja a meta antes)

ACESSE AQUI O LINK PARA ADQUIRIR!

Calcular Frete CFPP
Forma de Envio Custo Estimado Entrega Estimada

Descrição

ACESSE AQUI O LINK PARA ADQUIRIR!

Editora: Urso

Ano: 2019, 120 páginas. Edição limitada de 100 exemplares.

Meia com amargo. Trata-se de uma bebida feita de cachaça com raiz forte, nos melhores botecos “cospe grosso” (em alguns lugares também conhecido como copo-sujo, bodega ou pé-sujo) é cachaça com underberg, mesmo.

“Entre o delírio que se atinge no excesso de álcool e fármacos, com café, cigarros ou cansaço, para atingir a Sabedoria, ou o delírio da experiência da vida realmente vivida onde se chega ao Palácio das Realidades, os versos de Teca, outra vez igual a Augusto dos Anjos e Marcos Prado, são o grito de um Prometeu sertanejo (titã adorado pelo casal Shelley e que também serve como representação do Poeta) cujo fígado é devorado pela metrópole voraz e demonstra sua resistência numa enxurrada de insignificâncias.” Como diz o também poeta, Ricardo Pozzo (que prefacia este livro).

E esta é a proposta de William Teca, poeta curitibano, que participou da cena ativamente desde os anos 90, tendo a oportunidade de compartilhar a mesa com outros poetas e adquirir do convívio com a boemia curitibana uma voz singular.

“Teca insere-se numa tradição de poetas curitibanos que transitam livres entre botecos e bibliotecas, cultivam com bom desdém as normas da língua portuguesa e mantêm sempre um grão de lucidez em meio ao elevado grau de álcool. (…)

Gatos pardos, poetas bandidos, sujeitos sinistros, são autores noturnos, que fazem “romance” com os lances da própria vida, de maneira a não sabermos muito bem onde termina a biografia e onde começa a ficção. Teca é um poeta lírico, mas um lírico que toca o sórdido, e não tem pudor de escancarar intimidades meio inconfessáveis, por vezes com o bom tempero da auto-ironia: “como bom covarde que me sei / prefiro um suicídio lento / porque porcos poetas se fazem / cozinhando o galo em banho maria”. Ou, em chave auto-reflexiva, metaliterária: “sim buana / poemas são sobre poemas / este poema (por exemplo) / só fala de si mesmo / (poetas só falam de si mesmos) / o resto é fruto de ressacas mal curadas”. Como o poeta Marcelo Sandmann diz no prefácio do livro Sinistros Insones (primeira publicação de w. teca, já esgotada)

(…)Mas se a poesia de Teca prefere quase sempre o registro coloquial e cotidiano, num ritmo rente à prosa, por vezes encontramos também momentos de dicção mais solene, mais elevada, que contradizem as intenções mais explícitas do autor e propõem um bom contraponto.”

Como diz o artista, do sagrado ao profano.

LIVRO DISPONÍVEL À VENDA ATRAVÉS DO CATARSE NA MODALIDADE FLEX (ou seja, ao adquirir uma recompensa com o livro você a receberá independente do projeto atingir a meta. previsão de entrega dos livros é de Novembro de 2019, podendo ser antecipada caso atinja a meta antes)

ACESSE AQUI O LINK PARA ADQUIRIR!

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Apenas clientes logados que compraram este produto podem deixar uma avaliação.